ACM Neto nega rusga com Zé Cocá após eleição de 2022; dupla estava em mesmo palanque há 4 anos

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Resumo: o ex-prefeito de Salvador, ACM Neto, afirma que não houve rompimento com o prefeito de Jequié, Zé Cocá, apenas uma compreensão mútua frente ao cenário político. Nesta quinta-feira, os dois oficializaram a chapa de oposição ao governo do estado para as eleições deste ano, sinalizando continuidade de parceria dentro do ciclo político local.

De acordo com o Blog do Marcos Frahm, parceiro do Bahia Notícias, Neto ressaltou que não houve distanciamento entre as lideranças, mas sim uma leitura compartilhada das circunstâncias políticas e administrativas que moldam as decisões de cada um. A explicação veio na mesma esteira de confirmar a aliança para o pleito contra o governo estadual, reforçando que a parceria continua vigorosa, ainda que os papéis de cada um passem por ajustes estratégicos nas cidades envolvidas.

Questionado sobre o que alguns classificaram como um esfriamento na relação após a aliança firmada em 2022, quando Cocá rompeu com o PT para apoiar a candidatura ao governo estadual, Neto negou qualquer distância. Ele lembrou que, em 2022, os gestores estiveram juntos em palanque na oposição derrotada e explicou que o foco do prefeito de Jequié, naquela oportunidade, era priorizar a sua reeleição. Segundo Neto, essa orientação não neutralizou a necessidade de buscar, depois do pleito, obras e investimentos junto ao governo estadual para Jequié.

Em retrato mais próximo, Cocá também revelou que chegou a receber convite do PSB, sigla que integra a base do governador Jerônimo Rodrigues (PT), mas optou por não se filiar. A leitura é de que a decisão visou manter o alinhamento com a realidade local de Jequié e com os projetos que, na prática, devem favorecer o município, sem radicalizar a relação com o governo estadual neste momento.

A reportagem, baseada no material do Blog Frahm, traça um cenário de arquitetura política no interior da Bahia em que a parceria entre Neto e Cocá busca manter o foco em obras, investimentos e projetos que promovam benefícios diretos às cidades, ao mesmo tempo em que consolida a oposição ao governo estadual. A leitura é de que não houve ruptura, e sim um ajuste tático pensado para manter a força da chapa oposicionista, sem abandonar a agenda de desenvolvimento local que cada gestor precisa defender.

Convidamos os leitores da cidade a deixar suas opiniões nos comentários: qual é a sua leitura sobre a relação entre ACM Neto e Zé Cocá e o futuro da oposição na Bahia? Sua visão é importante para entender como as decisões nos palcos municipais podem influenciar o cenário político regional e estadual nos próximos meses.

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