Protestos contra governo Trump levam americanos às ruas de várias cidades dos EUA

Publicado:

compartilhe esse conteúdo

Milhares de americanos foram às ruas neste sábado, em várias cidades, para protestar contra as políticas do atual presidente dos EUA, Donald Trump. O movimento No Kings — Sem Reis — promete até 3,1 mil manifestações simultâneas em todo o país. Em meio ao clamor, Minnesota ocupa o centro das atenções por ações de fiscalização de imigração promovidas pelo ICE, que alimentam o debate sobre a gestão da imigração.

Em Minnesota, o comício principal acontece nos jardins do Capitólio em St. Paul. A atração musical principal fica por conta de Bruce Springsteen, que deve interpretar a música Streets of Minneapolis, escrita em resposta às mortes de Renee Good e Alex Pretti e em memória dos milhares de moradores que foram às ruas. A estimativa é de 100 mil pessoas reunidas, igualando ou superando o público do evento de junho.

A programação no estado inclui ainda a participação de Joan Baez, da atriz Jane Fonda, do senador Bernie Sanders e de uma extensa lista de ativistas, líderes sindicais e autoridades eleitas. Os organizadores destacam o objetivo de manter a mobilização pacífica, mesmo diante de críticas de setores contrários à pauta.

Do lado de fora do Estados Unidos, protestos ocorreram em cidades europeias como Londres, Paris, Berlim e Roma. Esta é a terceira vez, em menos de um ano, que os americanos saem às ruas para contestar Donald Trump. As pautas incluem a intervenção na guerra no Irã, além de a revogação de direitos de pessoas trans pelo governo republicano.

Em Washington, centenas de manifestantes percorreram ruas históricas próximas a monumentos como o Lincoln Memorial, levantando cartazes com mensagens contra o governo e entoando cânticos que pedem mudança. Os organizadores afirmam que a mobilização busca ampliar o alcance do movimento No Kings e evidenciar resistência ampla a políticas associadas à atual administração.

Minnesota tornou-se um polo da resistência, com moradores acompanhando de perto as ações de imigração e o debate público em torno das diretrizes da administração. O movimento No Kings explica que a mudança de regime pode começar dentro de casa, por meio da participação cívica e da pressão popular, consolidando uma dianteira nacional na discussão sobre direitos civis e governança.

Este dia de protestos evidencia o pulso político atual nos Estados Unidos, com diferentes setores da sociedade reagindo de forma significativa às políticas de Trump. E você, qual leitura faz sobre o papel de movimentos de base, do governo e das vozes da sociedade civil na condução de temas como imigração, direitos civis e política externa? Compartilhe sua opinião nos comentários.

Comentários do Facebook

Compartilhe esse artigo:

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Três jornalistas libaneses morreram em ataque israelense, diz fonte militar

Resumo curto: três jornalistas libaneses morreram em um ataque israelense que atingiu o veículo em que viajavam no sul do Líbano, segundo fontes...

Estreito de Ormuz: Irã anuncia que irá exigir aval militar para embarcações

Resumo: O Irã anunciou restrições de passagem no Estreito de Ormuz, exigindo autorização de órgãos militares para navios, em meio aos 30 dias...

KitKat comunica roubo de 12 toneladas de chocolates e brinca com situação

Resumo: a Nestlé confirmou o roubo de 12 toneladas de barras KitKat, durante o transporte de Itália para a Polônia, somando 413.793 unidades...