Resumo: na noite de quarta-feira (25), no Lago Sul, a acompanhante do deputado federal Luciano Alves relatou que ele já apresentava sinais de embriaguez ao entrar no carro, passou a xingar e a se recusar a sair, desencadeando uma sequência de ofensas e tensões. A situação envolveu também a assessora do parlamentar, que proferiu palavras humilhantes, e a vítima acabou buscando uma delegacia para registrar a ocorrência.
Conforme o relato, o conflito teve início após uma divergência sobre o valor de um programa, mas rapidamente escalou. Lívia Borges afirma que foi alvo de xingamentos e de palavras de baixo nível durante o trajeto, enquanto o deputado insistia em permanecer no veículo, desconsiderando a situação.
“Eu disse que o carro era meu e que ele precisava sair, mas ele continuava se negando e me ofendendo”, descreveu Lívia, acrescentando que tentou, de forma firme, encerrar a situação e exigir que o parlamentar deixasse o automóvel.
Acompanhando o desfecho, Lívia pediu ajuda de seguranças e tentou acionar pessoas próximas ao deputado, temendo que o caso pudesse evoluir para uma questão policial. A narrativa aponta ainda que a assessora do deputado chegou ao local e passou a dirigir ofensas contra ela.
Há ainda a alegação de que o deputado teria incentivado uma agressão física, sugerindo que a assessora poderia atacá-la. Segundo o relato, Luciano Alves teria lançando uma bebida, possivelmente cerveja, em seu rosto e cabelo, atitude que a própria vítima classifica como intimidação.
Apesar da pressão, Lívia manteve a calma e afirmou ter buscado encerrar o episódio com serenidade. Logo depois, ela procurou uma delegacia para registrar a ocorrência, afirmando ter se sentido coagida e intimidada pela sequência de eventos.
Sobre desdobramentos, a delegacia recebeu o relato por meio de depoimento formal. A nota pública ainda não detalha novas medidas legais ou investigações abertas contra o deputado ou membros da equipe envolvida, seguindo os trâmites previstos pela autoridade policial.
O episódio envolve uma figura pública que atua na Câmara e reacende o debate sobre limites de comportamento durante encontros privados que ganham contornos públicos. Em Lugares como o Lago Sul, onde residem autoridades e moradores, casos assim costumam provocar repercussão local e alimentar discussões sobre responsabilidade e ética no serviço público.
Convido você, leitor, a compartilhar a sua opinião sobre o que ocorreu, refletindo sobre como a imprensa deve abordar esse tipo de caso, quais responsabilidades cabem aos envolvidos e o papel das instituições na apuração de ocorrências desse tipo. Deixe seu comentário e participe da conversa.


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