“Quase morri”, disse esposa de PM ao pedir ajuda escondida em banheiro

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Resumo: um major da Polícia Militar foi preso no sábado, dia 28 de março, em Santo André, suspeito de violência doméstica contra a esposa. Ela relatou à imprensa que ele tentou estrangulá-la e a agrediu com mordidas no rosto, tudo diante da filha de 13 anos, que tentou intervir. O caso foi registrado no 2º Distrito Policial, e o militar foi encaminhado ao Presídio Militar Romão Gomes, em São Paulo, para responder por violência doméstica, lesões, injúria, ameaça e desacato. A vítima também pediu agilidade na atuação das autoridades para evitar consequências ainda piores. Em 2024, o major concorreu à Câmara de Santo André pelo PL, obtendo 808 votos e não sendo eleito.

Segundo apurado, Ricardo Azevedo da Silva foi preso na Vila Scarpelli, após resistir à abordagem policial. Além da violência doméstica, ele é acusado de ameaça, lesão corporal, injúria e desacato. Os agentes relataram sinais de embriaguez no momento da prisão. O registro ocorreu no 2º Distrito Policial da cidade, e o militar foi levado ao Presídio Militar Romão Gomes, na capital, para responder pelos crimes descritos.

A esposa do oficial relatou os fatos em mensagens enviadas a uma página de notícias do ABC. Em parte das comunicações, ela afirma que não apenas houve estrangulamento, mas também mordidas no rosto. “Não só tentou me estrangular, mordeu minha bochecha, e, se não fosse minha filha, talvez tivesse acontecido o pior”, disse à reportagem. Em outra mensagem, descreveu o susto e disse que quase morreu, ressaltando a necessidade de compreender como funciona a prisão em flagrante. “Quase morri estrangulada, e preciso saber como funciona para prisão em flagrante. Ele é bem conhecido na cidade de Santo André. É major da polícia. Porém, preciso de uma ação rápida para não acontecer o pior comigo e minha filha”, completou.

Durante o episódio, a filha de 13 anos estava presente e ajudou a apartar as agressões. A esposa se abrigou no banheiro enquanto o major era detido. Em função do cargo, o caso também acionou a Corregedoria da Polícia Militar para apuração interna, além do inquérito conduzido pela Polícia Civil. O episódio reacende a discussão sobre proteção às vítimas e o protocolo de resposta a denúncias de violência dentro de lares da região.

Sobre a trajetória política, em 2024 o major Ricardo Azevedo da Silva tentou uma cadeira na Câmara Municipal de Santo André, filiado ao Partido Liberal (PL). Conforme registros da época, ele recebeu 808 votos e não foi eleito, destacando em redes sociais a necessidade de uma liderança firme para impulsionar o desenvolvimento da cidade.

Este caso lança luz sobre a atuação das forças de segurança, o cuidado com vítimas e a necessidade de apurações rápidas e transparentes. As investigações, tanto administrativas quanto civis, devem esclarecer a dinâmica das agressões e a responsabilidade de cada envolvido, com o objetivo de evitar novas situações de risco. A comunidade fica atenta aos desdobramentos e às medidas de proteção previstas pela lei.

Convidamos você, leitor, a acompanhar os próximos capítulos deste caso e a compartilhar suas opiniões e perguntas nos comentários. Sua visão ajuda a ampliar o debate sobre violência contra a mulher, a conduta de autoridades e a eficácia dos mecanismos de proteção à vítima.

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