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Juíza manda advogados pagarem custos após abandono de júri do caso Henry Borel

Juíza manda advogados pagarem custos após abandono de júri do caso Henry Borel
Juíza manda advogados pagarem custos após abandono de júri do caso Henry Borel

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Ao vivo, a juíza Elizabeth Machado Louro, do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, determinou que os advogados da defesa do ex-vereador Jairo Souza Santos Júnior arcarão com as despesas do Tribunal do Júri após a defesa abandonar o julgamento do caso Henry Borel. A decisão ainda prevê que o TJ-RJ apure os custos gerados pela sessão, incluindo despesas com membros do Ministério Público, jurados, testemunhas, policiais, servidores, alimentação, energia elétrica e a escolta dos réus, com uma nova sessão marcada para junho.

A decisão foi proferida em plenário nesta segunda-feira (23). A magistrada determinou que o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro apure os custos envolvidos na sessão, abrangendo itens como remuneração de membros do Ministério Público, jurados, testemunhas, policiais, servidores, alimentação, energia elétrica e a escolta dos réus.

A defesa, ao abandonar o plenário após a negativa de adiamento do júri, levou a juíza a dissolver o conselho de sentença e a marcar uma nova sessão para junho. A medida altera o andamento do processo e reforça a responsabilidade financeira da defesa pela interrupção do julgamento.

“Vejo-me na lastimável contingência de dissolver o conselho de sentença,” afirmou a magistrada. “E condeno os cinco advogados presentes nesta sessão ao ressarcimento dos prejuízos causados pelo adiamento.”

Os réus do caso são Jairinho e Monique Medeiros, acusados de homicídio triplamente qualificado, além de tortura, coação no curso do processo e fraude processual. O processo continua trilhando os próximos passos, com uma nova audiência prevista para junho.

A decisão reforça o peso das consequências administrativas e legais que acompanham um júri de grande repercussão, sobretudo quando a continuidade depende da atuação da defesa e da organização das etapas processuais.

Neste momento, o caso Henry Borel permanece sob os holofotes, com a cidade acompanhando os desdobramentos. Qual a sua opinião sobre a medida que atribui custos à defesa em caso de adiamento? Deixe seu comentário para ampliar o debate e compartilhar pontos de vista sobre o que esperar do júri em junho.

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