Livro de desembargador Joanice Guimarães destaca justiça restaurativa na Bahia

Escrito por: Diógenes Cunha

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Resumo: a desembargadora Joanice Guimarães de Jesus lança, em Salvador, o livro Histótria da Justiça Restaurativa na Bahia, escrito em coautoria com Cristiana Lopes de Oliveira Coelho. A obra, apresentada no II Encontro Nacional de Mulheres na Justiça Restaurativa, reúne marcos históricos e práticas que moldaram a Justiça Restaurativa no estado, destacando diálogo, responsabilização e pacificação social como caminhos para a transformação de conflitos.

O lançamento ocorre na tarde desta sexta-feira, dia 20, por volta das 16h, no Fórum Ruy Barbosa. A obra reúne marcos históricos e experiências que consolidaram a justiça restaurativa na Bahia, destacando práticas voltadas ao diálogo, à responsabilização e à pacificação social como ferramentas de transformação de conflitos.

A desembargadora Joanice Guimarães é reconhecida como pioneira na área e atua na coordenação de ações estratégicas no Tribunal de Justiça da Bahia. Ela também participa de iniciativas em nível nacional e afirma que a justiça restaurativa fortalece vínculos entre moradores, contribui para a prevenção da violência e promove uma sociedade mais equilibrada.

O encontro evidencia o papel das mulheres na mediação de conflitos e reforça a Bahia como referência nacional em justiça restaurativa, destacando a relevância das ações locais para ampliar o uso de métodos restaurativos na resolução de disputas.

A obra reúne relatos e experiências que enfatizam o valor do diálogo, da responsabilização e da pacificação como caminhos para transformar relações conflituosas. Ao unir teoria e prática, o livro traça um panorama da evolução da justiça restaurativa na Bahia e mostra como as iniciativas do TJBA têm impulsionado mudanças no campo da mediação.

Além de consolidar a visão de Bahia como referência nacional, a publicação serve como guia para quem atua na mediação de conflitos, ao apresentar caminhos e aprendizados que podem ser adaptados por outras regiões, sempre com foco na transformação de conflitos e na construção de soluções mais humanas e eficazes.

Convidamos você, leitor, a compartilhar suas impressões sobre a justiça restaurativa e o papel das mulheres na mediação. Deixe nos comentários suas experiências, dúvidas ou perspectivas sobre como diálogo, responsabilidade e pacificação social podem transformar o modo como lidamos com conflitos no nosso dia a dia.

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