Suspeito por roubar arma de policial tinha revólver e “arsenal fake”

Escrito por: Diógenes Cunha

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A Polícia Civil de Guarujá, cidade litorânea no interior de São Paulo, cumpriu mandados de busca e prisão relacionados a um roubo cometido contra uma policial. O principal alvo é Leomar Fernandes Neves, apontado como um dos envolvidos no crime, que envolve a tentativa de subtração de uma arma de serviço. A operação resultou na apreensão de itens que fortalecem a investigação e indicam o modo como o grupo agiu.

As apurações tiveram início após o roubo ocorrido em dezembro de 2025. Investigadores analisaram câmeras de segurança, impressões digitais e reconhecimento fotográfico para identificar Leomar como um dos participantes. Com base nesses elementos, foram expedidos mandados de busca e apreensão e de prisão, que foram executados ao longo de três endereços ligados ao suspeito.

Durante a diligência, em dois dos endereços não havia mais relação com Leomar, o que levou à suspensão dessas frentes. No terceiro ponto, localizado no bairro Morrinhos, as autoridades encontraram itens que reforçam a ligação com o crime, entre eles simulacros de arma de fogo e uma blusa com a palavra “Police”.

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Parte dos objetos apreendidos guarda relação direta com o roubo à policial, especialmente o simulacro de fuzil e a blusa camuflada. O material foi encaminhado à Delegacia Sede de Polícia de Guarujá para apoiar as investigações em curso e esclarecer a participação de cada envolvido. As apurações continuam com o objetivo de responsabilizar integralmente todos os indivíduos envolvidos no crime.

A Metropoles não localizou a defesa de Leomar Fernandes Neves até o fechamento deste relatório, e o espaço permanece aberto para manifestações oficiais da defesa ou de outros representantes legais.

Segundo autoridades, os itens apreendidos ajudam a compor o quadro do caso, demonstrando o uso de simulacros para intimidar e facilitar a ação criminosa. A operação reforça a atuação conjunta entre diferentes unidades da polícia local para coibir crimes envolvendo armas e instrumentos de camuflagem.

O desfecho do caso depende da continuidade das investigações, com a finalidade de responsabilizar todos os envolvidos e esclarecer as circunstâncias do roubo contra a policial civil. Leomar continua foragido, e as autoridades permanecem vigilantes para capturá-lo e concluir o inquérito.

O que você acha sobre esse tipo de operação policial, que alia imagens de câmeras, impressões digitais e reconhecimento fotográfico para esclarecer crimes envolvendo armas simuladas? Deixe sua opinião nos comentários e participe da conversa sobre segurança pública na nossa região.

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