Resumo: Em entrevista à Bahia Notícias no Ar, o senador Angelo Coronel (Republicanos) afirmou que a composição das suplências da chapa de oposição à sua reeleição ao Senado depende das convenções partidárias marcadas para julho. Ele defende que as suplências reflitam a diversidade da sociedade, com especial atenção ao municipalismo, defendendo que uma das vagas seja ocupada por um vereador ou vereadora. Sobre Marcelo Nilo, ex?presidente da Assembleia Legislativa da Bahia, Coronel garantiu que não há veto e que ele pode integrar a chapa caso haja espaço, mantendo o foco na participação de lideranças municipais.
Coronel explicou que as convenções, previstas para julho, definirão a composição final das suplências. Ele ressaltou a necessidade de contemplar diferentes segmentos da sociedade e enfatizou a importância de representar os municípios, para que quem atua diariamente junto aos eleitores tenha voz na formação da chapa. “As suplências serão preenchidas, é claro, mas temos até o mês de julho para bater o martelo. Luto para que as suplências tragam representatividade real da sociedade”, afirmou, destacando o peso da participação local no processo.
Representatividade municipal é a linha norte citada pelo senador. Ele defendeu que uma das vagas de suplente seja ocupada por alguém que represente fortemente o municipalismo, reconhecendo que a classe ligada aos municípios está na linha de frente do voto e no contato cotidiano com os eleitores. Segundo Coronel, esse movimento fortalece a relação entre governo e cidade, contribuindo para uma chapa mais conectada com as necessidades da população.
Sobre Marcelo Nilo, Coronel informou que não há restrições quanto à participação do ex?presidente da Assembleia Legislativa da Bahia em uma eventual composição política. “Não houve veto nem entrave para a participação de Marcelo”, disse, lembrando que Nilo hoje atua como deputado federal. Ele ainda ressaltou que, se houver espaço, Nilo pode viabilizar-se na chapa, desde que agregue ao objetivo de fortalecer o municipalismo na candidatura.
Convergência de interesses marca a leitura do senador sobre o momento político. A ideia é que a aliança oposicionista, ao lado de ACM Neto, não seja apenas uma soma de nomes, mas um movimento capaz de ampliar a representatividade regional, com atenção especial aos municípios, bairros e regiões que compõem a região. A discussão, segundo Coronel, continua aberta, orientada pela busca de equilíbrio entre experiência e renovação, e pela necessidade de manter o foco nas demandas locais. Qual é a sua opinião sobre a prioridade dada à representatividade municipal nas suplências? Compartilhe seu ponto de vista nos comentários e participe do debate.

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