Jornalista da Band Minas envolvida em acidente tem morte encefálica confirmada

Escrito por: Diógenes Cunha

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A jornalista Alice Ribeiro, da Band Minas, faleceu aos 35 anos após um grave acidente na BR-381, em Sabará, Região Metropolitana de Belo Horizonte. A morte encefálica foi confirmada pelo Hospital Joao XXIII, e o cinegrafista Rodrigo Lapa, que conduzia o carro de reportagem, também não resistiu aos ferimentos. A profissional deixa um filho de nove meses e tinha ingressado na Band Minas em agosto de 2024.

O acidente aconteceu na quarta-feira, 15 de abril, quando o carro de reportagem da Band Minas se envolveu em uma colisão com um caminhão. O motorista do veículo, o cinegrafista Rodrigo Lapa, não resistiu aos ferimentos e morreu ainda no local. Alice Ribeiro foi encaminhada ao Hospital Joao XXIII, em Belo Horizonte, onde permaneceu internada desde a noite de quarta. Na noite de quinta-feira, 16, o hospital confirmou a morte encefálica da repórter, após a realização de exames que fecharam o diagnóstico diagnóstico.

Segundo a emissora Band Minas, o protocolo para confirmação da morte encefálica foi aberto pela manhã e concluído à noite, consolidando o quadro clínico. A família de Alice Ribeiro e a equipe da emissora expressaram solidariedade aos familiares de Rodrigo Lapa, que também atuava como cinegrafista no veículo. A tragédia marcou a cidade de Belo Horizonte e a região, gerando comoção entre colegas de profissão e fãs da imprensa local.

Alice Ribeiro tinha 35 anos e ingressou na Band Minas em agosto de 2024. Antes, trabalhou na TV Band em Brasília e em uma afiliada da TV Globo em Feira de Santana, na Bahia. Ela deixa os pais, o irmão, o marido e um filho de nove meses. A profissional, conhecida pela dedicação no front de reportagem, somou experiências anteriores em diferentes veículos e contribuiu para a cobertura da cidade e da região.

A morte de Rodrigo Lapa também repercutiu fortemente entre profissionais da imprensa. O sepultamento dele ocorreu em Belo Horizonte, e familiares de ambos seguem recebendo apoio de colegas e da emissora. A região permanece em luto pela perda de dois membros da equipe de reportagem que, segundo colegas, dedicavam-se a levar informações com responsabilidade e apuro jornalístico. A tragédia reacende a discussão sobre segurança nas equipes de reportagem em operações na estrada, tema que ganha atenção de veículos e autoridades locais.

Convidamos você, leitor, a compartilhar lembranças e mensagens de apoio às famílias e aos colegas de profissão. Que sua opinião sobre a condução de coberturas em vias de grande tráfego possa colaborar para debates construtivos sobre segurança no trabalho jornalístico. Comente abaixo suas considerações sobre o assunto e sobre o impacto dessas perdas na imprensa da nossa região.

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