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Ed Motta rompe silêncio após pancadaria em restaurante no Rio

Ed Motta rompe silêncio após pancadaria em restaurante no Rio
Ed Motta rompe silêncio após pancadaria em restaurante no Rio

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Um incidente no restaurante Grado, no Jardim Botânico, na Zona Sul do Rio de Janeiro, envolve acusações de agressão, intimidação e discriminação. O episódio ocorreu no último sábado e ganhou repercussção após o estabelecimento publicar um comunicado detalhando o ocorrido.

Segundo os proprietários, chef Nello Garaventa e Lara Atamian, a confusão teve início com a recusa de isenção da taxa de rolha. Eles afirmam que Ed Motta, Diogo Coutinho do Couto e um terceiro homem — primo de Coutinho — protagonizaram uma sequência de episódios violentos, com agressões físicas, ofensas à equipe e a clientes, além de uma cadeira arremessada contra um garçom. A nota também aponta que os agressores deixaram o local antes da chegada da polícia, e que os danos materiais e emocionais foram significativos para o Grado.

Ed Motta, em entrevista ao jornal O Globo, reconhece ter perdido o controle, mas afirma que a história não está bem contada e nega ter atacado funcionários. Ele sustenta que apenas jogou uma cadeira no chão, sem mirar ninguém, e que deixou o restaurante antes do agravamento da briga entre as mesas. O cantor diz ainda que houve uma retratação entre seus colegas e os clientes da mesa vizinha, seguida de novas ofensas que teriam sido proferidas por pessoas da outra mesa.

A versão dos proprietários sustenta que, após o desentendimento sobre a taxa de rolha, houve constrangimento à equipe com xingamentos, referências à origem nordestina e insinuações sobre orientação sexual. O comunicado também relata que uma sessão de acusações e provocações comprometeu a segurança de todos e que objetos, incluindo uma garrafa de vinho, foram arremessados durante a confusão. Os donos afirmam que a situação resultou em danos físicos, emocionais e materiais, colocando em risco a continuidade do Grado.

A cidade acompanha o caso com expectativa sobre as responsabilidades de todas as partes envolvidas. Os proprietários destacam que optaram por tornar o episódio público para preservar a casa, a equipe e os clientes que frequentam o estabelecimento há anos. E você, qual a sua leitura sobre esse episódio? Deixe sua opinião nos comentários e compartilhe como vê a cobrança da taxa de rolha em situações de conflito entre frequentadores.

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