‘Profissional exemplar’: quem era piloto da polícia que morreu após ser baleado no Rio

Escrito por: Diógenes Cunha

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O policial civil Felipe Marques Monteiro, piloto de helicóptero da Coordenadoria de Recursos Especiais (CORE) da Polícia Civil do Rio de Janeiro, morreu neste domingo após meses de internação por complicações de saúde relacionadas a uma cirurgia de implante de prótese craniana. Ele foi baleado no pescoço durante a Operação Torniquete, na Vila Aliança, em Bangu, na zona oeste do Rio, em março de 2025.

O agente ficou internado por nove meses e teve alta em dezembro de 2025. No mês seguinte, voltou a ser hospitalizado devido a uma infecção grave, que agravou o quadro de saúde e levou ao falecimento.

Por meio de nota oficial, a família comunicou a morte e expressou gratidão pela vida de Felipe. A CORE prestou homenagem ao policial, destacando-o como profissional exemplar, homem de honra e companheiro leal, cuja coragem, dignidade e perseverança serviram de exemplo para colegas e protegidos pela instituição.

O Governo do Estado do Rio de Janeiro também lamentou a perda, ressaltando a longa e difícil batalha pela vida, o papel da família e o apoio de amigos e companheiros da Polícia Civil. Felipe deixa a esposa, familiares e a torcida de uma cidade que reconhece o seu legado de bravura e dedicação à segurança pública.

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