Flávio elogia Milei e diz que Brasil voltará a ser “irmão” da Argentina

Escrito por: Diógenes Cunha

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Reprodução/Redes sociais
Flávio Bolsonaro em Buenos Aires com Milei

Senador Flávio Bolsonaro participou de um evento em Buenos Aires que marcou a presença brasileira em uma conferência de presidentes da América Latina, defendendo uma parceria mais estreita entre Brasil, Argentina e Israel. Ele sinalizou que, caso seja eleito, o Brasil retomará uma relação mais próxima com a Argentina a partir de 2027.

A fala ocorreu durante a Conferência de Presidentes da América Latina, promovida pela Fundação dos Aliados de Israel (IAF) e pela Amigos Americanos dos Acordos de Abraão (Afoia). Flávio destacou uma “onda azul” de vitórias de candidatos de direita na região, citando triunfos recentes na Colômbia e no Peru como sinais desse movimento.

“O presidente Milei tem razão. O socialismo é um modelo empobrecedor.” Em tom de otimismo, o senador afirmou que o Brasil poderia se alinhar aos Acordos de Isaac — iniciativa diplomática patrocinada por Milei e pelo primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu — e indicou a possibilidade de apoiar a adesão brasileira ao acordo ao lado de Milei. “Quero estar de volta em 2027 para afirmar a adesão do Brasil aos Acordos de Isaac, ao lado do presidente Milei. E quem sabe ao lado do presidente Jair Bolsonaro”, declarou.

O discurso também apontou para uma leitura de cenário: sete dos doze países sul-americanos estariam sob governos de direita, centro-direita ou extrema direita, representando cerca de 58,3% da população da região. Essa leitura foi ilustrada por um mapa mostrado durante a apresentação, destacando a atuação de partidos conservadores em diversas nações.

Além de dialogar sobre alianças com Milei, Flávio Bolsonaro enfatizou a necessidade de ampliar parcerias estratégicas para fortalecer a cooperação regional, colocando o Brasil como parceiro próximo da Argentina e de outras nações interessadas em estreitar relações com Israel por meio de acordos diplomáticos como os de Isaac.

E você, qual é sua leitura sobre esse movimento de aproximação entre Brasil, Argentina e Israel? Deixe sua opinião nos comentários e conte como você avalia o papel do Brasil nesse novo desenho regional.

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