Mais uma turma de educadores participa da etapa presencial da formação e pesquisa sobre desinformação com especialistas dos EUA e Europa

Escrito por: Diógenes Cunha

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Professores de Geografia, História, Filosofia e Sociologia da rede estadual de Salvador vão participar de um encontro presencial de formação e pesquisa sobre desinformação, reunindo especialistas dos EUA e da Europa. O objetivo é fortalecer a leitura crítica de conteúdos digitais entre estudantes do Ensino Médio.

O evento acontece na sede do Instituto Anísio Teixeira, em Salvador, nos dias 30 e 31 de julho, marcando a segunda turma da ação formativa dedicada ao tema da desinformação.

A iniciativa articula três dimensões: formação de professores, aplicação de planos de aula estruturados para escolas da rede estadual e produção de evidências empíricas por meio de pesquisa educacional, com o intuito de subsidiar decisões da gestão pública. Ao todo, serão seis planos de aula sobre desinformação, com duração de uma hora cada, aplicados ao longo de seis semanas.

O formato é híbrido (30 horas) e envolve a participação de 500 docentes do NTE 26. Durante o período de implementação, o acompanhamento ocorre de forma remota, com plantões de dúvidas mantidos pela equipe acadêmica.

Os dados coletados serão tratados de maneira segura e anonimizados, conforme a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e o Regulamento Geral de Proteção de Dados da União Europeia (GDPR). Os resultados serão divulgados apenas de forma agregada, sem identificação de participantes.

O projeto é desenvolvido em parceria com a Universidad Carlos III de Madrid (UC3M), a American University (Washington DC) e o Instituto Palavra Aberta, por meio de Termo de Cooperação entre a Secretaria da Educação, via IAT, e o Instituto Palavra Aberta.

Essa iniciativa visa fortalecer a formação de professores, consolidar práticas de ensino que promovam leitura crítica de conteúdos digitais e gerar evidências que possam orientar políticas públicas no campo educacional.

Se você já atua ou tem interesse em iniciativas de educação digital e combate à desinformação, compartilhe suas ideias e experiências nos comentários. Como você vê o papel da escola na formação de cidadãos mais críticos diante das informações que chegam pelas redes?

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