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Tânia Scofield destaca atuação da FMLF no Nordeste de Amaralina em apresentação de projeto habitacional

Tânia Scofield destaca atuação da FMLF no Nordeste de Amaralina em apresentação de projeto habitacional
Tânia Scofield destaca atuação da FMLF no Nordeste de Amaralina em apresentação de projeto habitacional

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A presidente da Fundação Mário Leal Ferreira (FMLF) anunciou um projeto de urbanização e requalificação de moradias na Comunidade do Pé Preto, em Amaralina, com 270 unidades habitacionais e novos espaços comerciais. O plano foi desenvolvido com a participação direta da comunidade, priorizando casas isoladas e evitando a verticalização.

A abordagem do projeto é transversal, conectando saúde, esgoto e mobilidade. Tânia Scofield destacou que o trabalho foi construído junto aos moradores, por meio de reuniões e cadastros que mapearam a composição familiar, renda e escolaridade. Com esses dados, a equipe definiu a planta da urbanização e das moradias, mantendo o foco nas necessidades da população.

Entre os componentes previstos, estão 270 unidades habitacionais e boxes comerciais para que os comerciantes locais continuem atuando na região. Os moradores foram categóricos na primeira reunião: não querem prédios altos; preferem casas independentes que preservem suas atividades econômicas na rua.

Atualmente, as famílias vivem em aluguel social, com o acompanhamento permanente de assistentes sociais que realizam reuniões periódicas. Nesta sexta-feira, a gestão marca o início da segunda fase das obras, financiada com recursos federais do PAC, visando concluir a intervenção e devolver as moradias aos residentes.

A previsão é de que o retorno das famílias ocorra em aproximadamente dez meses, tempo necessário para concluir a obra e consolidar o redesenho do bairro, mantendo as pessoas no centro do processo de requalificação.

Essa atualização do Pé Preto ressalta a importância de investimentos públicos que aliem infraestrutura a participação da comunidade, garantindo moradias dignas sem perder a identidade econômica da região. A expectativa é que o projeto sirva de modelo para iniciativas similares em outros bairros da cidade.

E você, o que acha de incluir a comunidade na construção de projetos habitacionais? Deixe sua opinião nos comentários e conte como seria, na sua visão, um bairro mais justo, com moradias adequadas e comércio fortalecido. Sua participação ajuda a moldar obras que realmente atendem às pessoas.

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