Terremoto: Venezuela entra no 3º dia de buscas com apoio internacional

Escrito por: Diógenes Cunha

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Terremoto na Venezuela: ajuda internacional avança enquanto governo confirma saldo de mortos e desaparecidos

Um terremoto de magnitude 7,2 abalou a Venezuela na quarta-feira, provocando um forte impacto humano e estrutural. O governo confirmou 920 mortos e 3.360 feridos, enquanto a ONU sustenta que mais de 50 mil pessoas ainda estão desaparecidas. No terceiro dia de buscas, operações de resgate seguem com apoio internacional intenso.

No sábado, o Brasil ampliou a ajuda com a chegada de um avião contendo o hospital de campanha da Marinha, além de equipes de saúde, remédios, insumos médicos e purificadores de água. Cerca de 44 profissionais especializados, 6 cães farejadores e quase 12 toneladas de materiais já foram enviados para as missões de socorro.

Diversos países também encaminham suporte. A Colômbia enviou um grupo de elite de busca e resgate; o Chile, uma unidade especializada do corpo de bombeiros; El Salvador enviou 300 socorristas e paramédicos; o México disponibilizou dois aviões da Força Aérea; o Peru enviou uma equipe de resgate; e os Estados Unidos anunciaram US$ 150 milhões em ajuda. Na Europa, Holanda, Espanha, Itália e França também enviam socorristas e auxílio humanitário.

“Entre hoje e amanhã, praticamente dez países adicionais se juntarão a esses esforços de resgate”, afirmou Delcy Rodríguez, presidente interina, durante a madrugada de hoje.

Impactos e ações locais

O desastre deixou mais de 4 mil desabrigados e danificou 1.423 edifícios, entre residências, hospitais e centros comerciais. Em La Guaira, a região mais atingada, o acesso foi limitado para facilitar as operações. A presidente interina destacou que 14 mil agentes, entre militares e policiais, atuam na zona, que foi declarada área de desastre.

Um cadastro para voluntários foi aberto e já recebeu inscrições. Diversos cidadãos contribuíram com motocicletas para o transporte de suprimentos; os voluntários ganharão coletes de identificação para circulação livre.

A prioridade, conforme afirmou Delcy Rodríguez, é resgatar quem continua sob os escombros com vida. As equipes trabalham em regime contínuo para acelerar não apenas as buscas, mas também a distribuição de ajuda às famílias atingidas.

Em resumo, a resposta internacional – com participação de diversas nações e recursos – busca reduzir o tempo entre o desabamento e a recuperação das pessoas afetadas, enquanto o governo intensifica as ações de resgate e suporte às vítimas.

A cobertura contínua mostra a coordenação entre governo, forças de defesa civil e agências internacionais para acelerar buscas, atendimento médico e distribuição de suprimentos. O planeta acompanha cada avanço das equipes e cobra transparência e eficiência na ajuda humanitária.

E você, o que pensa sobre a resposta coletiva a desastres dessa escala? Deixe seu comentário com sua opinião sobre as ações internacionais ou sugestões de como melhorar a assistência às vítimas.

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