Três homens são presos após mulher morrer em salto de rope jump em São Paulo

Escrito por: Diógenes Cunha

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Três homens foram presos após a morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, 21 anos, durante salto de rope jump na Ponte do Esqueleto, no interior de São Paulo, neste sábado. A vítima caiu cerca de 40 metros após ser lançada sem a devida corda de segurança, em meio a relatos de testemunhas e apuração da Polícia Militar. A investigação aponta indícios de homicídio com dolo eventual.

Segundo testemunhas, a jovem foi lançada pelo grupo sem aNcoragem adequada, o que provocou a queda fatal. A Polícia Militar informou que a cena ocorreu durante a prática de uma atividade realizada de forma informal, sem regulamentação oficial ou autorização para operar no local.

Inicialmente, seis pessoas foram conduzidas à delegacia, e uma parte foi liberada. Os que permaneceram detidos foram identificados como Luis Felipe Feliciano Egoroff, Vitor de Freitas Gonçalves e Maicon Fernandes Cintra. Eles devem responder por homicídio com dolo eventual, com pena prevista variando de 6 a 20 anos em caso de crime simples, ou de 12 a 30 anos se houver qualificadoras, conforme a avaliação do caso.

A delegada plantonista Andrêa Dantas afirmou que o grupo não possuía regulamentação nem autorização para atuar no local e não adotou procedimentos de fiscalização adequados para a fixação da corda na vítima. Os instrutores usavam uniformes com marcas associadas a grupos informais, sem respaldo de empresa responsável, e as contas do grupo nas redes sociais haviam sumido.

A autoridade também classificou a Ponte do Esqueleto como palco de diversas tragédias envolvendo atividades radicais, citando outros saltos. A defesa dos três presos sustenta que eles possuem experiência na prática e que a fatalidade seria resultado de falha na verificação e na fiscalização da fixação da corda, não de dolo direto dos envolvidos.

O caso levanta a discussão sobre a necessidade de regulamentação e supervisão de atividades de rope jump em espaços públicos, bem como sobre a responsabilidade de grupos informais que promovem eventos sem estrutura empresarial. Enquanto isso, a apuração segue para esclarecer responsabilidades e eventuais causas do acidente.

E você, o que acha sobre esse tipo de prática sem regulamentação? Compartilhe sua opinião nos comentários e conte se já presenciou situações parecidas ou se acredita que é essencial estabelecer regras claras de segurança para evitar tragédias como esta.

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