VÍDEO: Geraldo Azevedo reverencia o forró da Bahia e reforça ligação com o estado: “Não consegui deixar de ser baiano”

Escrito por: Diógenes Cunha

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Geraldo Azevedo, pernambucano de raiz e referência do forró, deixou claro que a Bahia ocupa um lugar especial em sua trajetória. Em entrevista à Bahia Notícias, ele exibiu um carinho recíproco pelo estado e revelou que, nos juninos, trabalha muito mais na Bahia do que em Pernambuco: “Eu trabalho muito mais na Bahia do que em Pernambuco em tempos juninos.” A conversa revelou uma conexão que transcende fronteiras geográficas e reforça a parceria entre as tradições nordestinas.

Ao falar da relação entre forró baiano e o pernambucano, o cantor ressaltou a identidade própria de cada região. “Terra de Gonzagão e Dominguinhos tem sua identidade própria”, disse, reconhecendo a influência dos grandes nomes do forró sem perder o orgulho da própria origem. Ele ainda citou a riqueza de artistas baianos, como João Gilberto e Ivete Sangalo, nascidos em Juazeiro e vizinhos de Petrolina, para destacar a diversidade que alimenta o cenário musical nordestino.

Um trecho da conversa envolve Dominguinhos. O pernambucano lembrou que, em conversa com o sanfoneiro, ele afirmou ter escapado por pouco de nascer na Bahia. Mesmo que o episódio tenha ficado marcado por uma dúvida antiga, Azevedo ensina que a ligação com a Bahia é profunda: “Posso não ter nascido na Bahia, mas não consegui deixar de ser baiano.”

Azevedo encerra destacando o diálogo entre pernambucanos e baianos como uma força criativa que enriquece o forró e a música brasileira como um todo. Se você já sentiu que a sua identidade vai além do lugar de nascimento, compartilhe nos comentários como essa realidade bate com a sua experiência. Conte para a gente o que a Bahia significa para você e como a música une culturas diferentes.

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