VÍDEO: Promotora do MP-BA expressa surpresa com reação de Flávio José e explica que há critérios objetivos para São João 2026

Escrito por: Diógenes Cunha

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A promotora de Justiça Rita Tourinho afirmou ter ficado surpresa com o posicionamento do cantor Flávio José sobre o cancelamento de shows na Bahia, e deixou claro que o MP-BA não mira artistas específicos, além de ressaltar que houve falha de diálogo com o empresário antes da decisão de cancelar as apresentações.

Ela explicou que as ações do MP-BA seguem critérios técnicos e não foram direcionadas a Flávio José. “Eu, particularmente, fiquei surpresa. Ele é um artista renomado, com atuação típica do São João, mas a ação do MP-BA não teve referência a ele; foi um critério objetivo”, afirmou, deixando claro que não houve tratamento direcionado.

Defesa do forró — A promotora também ressaltou a necessidade de valorizar o forró, reconhecendo sua projeção regional e nacional. Embora contratações de maior valor ocorram para o São João, ela disse que isso reflete a realidade de mercado e não uma orientação do MP-BA; o que é contratado responde à demanda popular, não aos direcionamentos da instituição. A leitura foi compartilhada em entrevista ao Blog do Valente, parceiro do Bahia Notícias.

Diálogo e ajustes contratuais — Tourinho afirmou que as adequações contratuais vêm sendo construídas de forma consensual, por meio do diálogo constante com prefeitos, empresários e produceras de eventos, citando Crown Produções, MP Produções e Imagine Produções. “Sempre que somos procurados ou quando os municípios pedem a participação das empresas, estamos abertos e em busca de entendimento”, explicou.

Concordâncias voluntárias — Mesmo buscando termos de ajuste para equilibrar as contas públicas durante as festas juninas, a promotora destacou que as conciliações ocorrem de forma voluntária. Alguns empresários estão mais abertos que outros, mas há disposição para conversar, ainda que nem todos firmem acordos. O convívio entre as partes, afirmou, depende do convencimento mútuo de todos os envolvidos.

Como você vê esse equilíbrio entre gestão pública, contratos e a valorização do forró nas festas juninas? Compartilhe sua opinião nos comentários e participe da discussão sobre como manter os gastos sob controle sem perder a essência cultural das nossas tradições.

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