?Fanfarra escolar da rede estadual se apresenta durante passagem do Fogo Simbólico do 2 de Julho

Escrito por: Diógenes Cunha

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A Bahia abriu as comemorações da Independência com o Fogo Simbólico do 2 de Julho, aceso pelos estudantes da rede estadual. A Banda Marcial BAMCEPNR guiou o momento, iniciando no Colégio Estadual Professora Noêmia Rego e seguindo até o Largo do Valéria, levando a chama que simboliza liberdade e união entre os povos.

A tocha percorreu várias comunidades, passando por Cachoeira e Simões Filho antes de chegar a Pirajá, onde tradicionais atos cívicos se repetiram, como o hasteamento de bandeiras, o toque do Hino Nacional e o acendimento da pira, em demonstração de respeito à história e aos valores cívicos.

Entre os destaques, a BAMCEPNR reuniu jovens determinados a levar talento e propósito aos palcos e às ruas. A jovem Elaine de Sales, 19 anos, estudante de Segurança do Trabalho que toca quadriton, está na banda há quase uma década e viu no ato uma preparação para o desfile cívico de amanhã, reforçando o orgulho de pertencer à comunidade escolar.

Outro destaque foi Wesley Oliveira, de 15 anos, do 8º ano, que já atua há três anos na banda e hoje atua como mor do pelotão. Ele ressaltou a importância de mostrar aos moradores da cidade a diversidade de talentos revelados pela escola por meio da música.

O instrutor Rodrigo Oliveira ressaltou o papel pedagógico das bandas e fanfarras, destacando que esse trabalho cria ambientes onde os alunos aprendem, desenvolvem disciplina e passam a ocupar espaços públicos como protagonistas de uma cultura escolar ativa e criativa.

Este ano, quase 3 mil estudantes da rede estadual vão desfilar no tradicional cortejo cívico do 2 de Julho. A ação envolve 30 colégios da capital e região metropolitana, além de 57 do interior, com as bandas divididas entre os turnos matutino e vespertino. A SEC sustenta a iniciativa por meio do Projeto Fanfarras Escolares, fortalecendo a presença da música na educação.

A presença de bandas e fanfarras reforça o papel transformador da educação pública, unindo comunidade, escola e cidade em torno de uma celebração que valoriza a história do Brasil. E você, o que acha dessa participação dos jovens em ações cívicas e culturais?

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