No campo, GLP vira infraestrutura que sustenta a safra brasileira

Escrito por: Diógenes Cunha

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O GLP, gás liquefeito de petróleo, atua como elo invisível entre a lavoura e a mesa. Ele viabiliza a secagem de grãos, o aquecimento de pintinhos e o resfriamento do leite, mantendo qualidade e previsibilidade no agronegócio brasileiro. No auge da colheita, a decisão entre transformar a carga em alimento de qualidade ou perder valor passa pelo tempo de resposta que esse combustível oferece.

A geografia dita o ritmo dessa engrenagem. O Mato Grosso responde por 32% da produção nacional de grãos, e o GLP chega onde a produção está, sem depender dos grandes centros. O país é sustentado por uma rede de 19 distribuidoras, 182 bases de envase e cerca de 59 mil revendedores. O mercado de GLP movimenta cerca de 7,7 milhões de toneladas por ano, e a safra de grãos deve chegar a 358,6 milhões de toneladas na temporada 2025/26, segundo a Conab. A capacidade de armazenar e transportar por rodovia faz do GLP uma peça-chave de logística.

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