PCDF investiga morte de recém-nascido após parto no Hospital do Gama

Escrito por: Diógenes Cunha

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A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), por meio da 14ª Delegacia de Polícia (Gama), investiga a morte de um recém-nascido após o parto no Hospital Regional do Gama. A família afirma que o bebê faleceu pouco depois de a mãe permanecer aproximadamente dois dias em trabalho de parto sem a cesariana realizada a tempo. Segundo o relato, a mulher tinha gravidez de risco; o bebê nasceu com batimentos, porém não respirou. O boletim de ocorrência aponta que a mãe chegou ao hospital em 24 de junho, por volta das 11h50, e o óbito do recém-nascido foi registrado em 26 de junho, às 13h.

Em nota, a Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) informou que foi determinada a imediata apuração das circunstâncias do caso. A secretaria acrescentou que somente se manifestará sobre as circunstâncias do atendimento após a conclusão da investigação, em respeito aos fatos e ao devido processo.

Este caso se soma a outra série de mortes ocorridas na rede pública do DF sob investigação. Entre os eventos, destacam-se: uma bebê de 5 meses que morreu após ser extubada na transferência do HRP para o HCB, conforme relato da família; a morte de Maria Graciana Andrade Alves, 36 anos, durante o parto no Hospital Regional de Samambaia em 10 de julho; a morte de Rodrigo Resende Prado, 46 anos, enquanto aguardava atendimento no HBDF em 12 de julho; a morte de Maria Aparecida Galdino dos Santos, logo após o parto no HRSam, em 13 de julho, devido a hemorragia; e, em junho, Vilmar Pereira da Silva, morador de rua, que faleceu na recepção da UPA Recanto das Emas, em investigação por omissão de socorro.

As autoridades destacam a necessidade de transparência e de aprimoramento nos procedimentos das redes públicas de saúde, cientes de que mortes em hospitais públicos exigem apuração rápida e acompanhamento detalhado. A reportagem acompanhará os desdobramentos e os esclarecimentos sobre eventuais falhas na assistência, com foco na segurança das pacientes e no respeito aos direitos dos pacientes. Que tal deixar aqui sua opinião ou sugestões sobre medidas que poderiam reduzir casos como estes e fortalecer a saúde pública?

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