Petistas acusam ACM Neto de imitar campanha de Lula; veja foto

Escrito por: Diógenes Cunha

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Petistas acusam ACM Neto de copiar traços visuais da campanha de Lula, articulada pela equipe de João Santana, enquanto Neto lança o jingle Dalê para a pré-campanha ao governo. A controvérsia gira em torno de referências gráficas usadas nos materiais de comunicação.

A avaliação interna do PT sustenta que a equipe de Santana recorre a elementos gráficos muito próximos aos utilizados nos clipes da gestão atual, com foco em símbolos nacionais e na ideia de ligação com o Mundial de 2026. A produção apresentada pela chapa de Lula, sob o lema Lula joga pelo Brasil, é citada como pano de fundo para o debate de identidade visual.

Na terça-feira, Neto publicou o clipe da música Dalê, em parceria com o cantor O Poeta. O ritmo pagode baiano funciona como jingle da pré-campanha e mira o público jovem, com cores vivas e uma pegada de divulgação rápida.

A campanha de Neto rebateu as acusações, afirmando que o material tem conceito, paleta de cores e direção de arte próprias, sem copiar de ninguém. Segundo o grupo, as referências são comuns no design de campanhas e não configuram plágio técnico ou factual.

“A peça foi inspirada em um recurso gráfico amplamente utilizado e, se necessário, a equipe pode apresentar diversas referências anteriores que demonstram que esse tipo de animação está longe de ser exclusivo de qualquer campanha ou projeto”, afirmou a equipe.

A campanha também rebateu a acusação de cópia, reiterando que a comparação não possui embasamento técnico ou factual e que entende a diversidade de referências no campo do design político.

Imagem 1 da galeria - ACM Neto e Lula
Imagem 2 da galeria - referência visual
Imagem 3 da galeria - referência visual
Imagem 4 da galeria - referência visual
Imagem 5 da galeria - referência visual
Imagem 6 da galeria - referência visual

Concluindo, a disputa ressalta como as identidades visuais em campanhas políticas podem gerar debates sobre originalidade versus referências comuns de design. Enquanto o tema ganha dimensão com o lançamento de Dalê, a avaliação interna do PT mantém o foco na linha de comunicação e em padrões de imagem, que costumam aparecer de forma recorrente no cenário eleitoral.

Qual é a sua leitura sobre esse episódio de semelhanças visuais? Você acha que referências gráficas se tornam parte do repertório de campanhas ou acredita que há limites entre inspirar e copiar? Compartilhe sua opinião nos comentários.

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