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Seis em cada dez judeus nos EUA relatam maior insegurança após ataque do Hamas

Seis em cada dez judeus nos EUA relatam maior insegurança após ataque do Hamas
Seis em cada dez judeus nos EUA relatam maior insegurança após ataque do Hamas

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Uma pesquisa do Associated Press-NORC Center for Public Affairs Research, divulgada pelo Times of Israel, aponta que seis em cada dez judeus americanos dizem sentir-se menos seguros desde os ataques do Hamas contra Israel em 7 de outubro de 2023. O estudo evidencia mudanças rápidas na percepção de segurança, com o aumento do antissemitismo e críticas à aliança entre EUA e Israel.

Cerca de 60% dos entrevistados relatam queda na sensação de segurança, e 30% disseram ter sido vítimas ou conhecer alguém que sofreu agressões físicas, insultos, assédio online ou vandalismo por serem judeus.

Preconceito em pauta – o levantamento mostra que grande parte dos judeus acredita que o preconceito é um problema extremamente ou muito sério. Aproximadamente 60% consideram o preconceito contra judeus nos EUA como algo “extremamente sério” ou “muito sério”, com maior intensidade entre quem tem ligação emocional com Israel.

Divisão sobre protestos anti-Israel – metade dos respondentes afirma que protestos contra Israel não configuram antissemitismo, enquanto 40% discordam. Além disso, dois terços dizem que criticar ações militares de Israel não é antissemitismo, embora quem tenha ligação emocional forte ao país tenda a interpretar críticas como preconceito.

Tipos de ataques relatados – entre os incidentes mais comuns estão agressões físicas (cerca de 10%), vandalismo contra propriedades judaicas e insultos ou assédio online (cerca de 20%), além de ataques mais frequentes contra judeus que frequentam sinagogas.

Consenso sobre o que é antissemitismo – apesar das divergências, há acordo em pontos-chave: vandalizar sinagogas ou negócios judaicos; negar o Holocausto; responsabilizar judeus pelos atos de Israel; afirmar que Israel não deveria existir como Estado judeu; e dizer que judeus americanos são mais leais a Israel do que aos EUA.

Contexto militar – segundo as Forças de Defesa de Israel (IDF), desde o início da guerra em Gaza, foram registradas mais de 23.000 baixas entre combatentes no território e mais 1.600 terroristas mortos dentro de Israel desde o ataque de 7 de outubro.

Convido você a refletir e compartilhar sua opinião: como esses dados influenciam o debate sobre segurança, antissemitismo e a relação entre EUA e Israel no cenário atual? Deixe seu comentário abaixo.

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