Bahia: advogado é preso suspeito de integrar grupo criminoso ligado a fraudes fundiárias

Escrito por: Diógenes Cunha

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Resumo: Em Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador, um advogado foi preso na terça-feira (4), durante a operação "Terno Manchado", suspeito de integrar grupo que atua em estelionato e falsificação. A ação mira quatro mandados expedidos pelo Paraná e envolve imóveis e documentos fraudulentos. Em diligência recente, houve tentativa de venda de um lote do Projeto de Assentamento Açú da Capivara, administrado pelo INCRA em Camaçari.
Palavras-chave: estelionato, falsificação, Camaçari, Paraná, INCRA, Açú da Capivara.

Em Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador, um advogado foi preso nesta terça-feira (4) durante a operação "Terno Manchado", suspeito de integrar grupo criminoso que atua em estelionato, falsificação e outros crimes patrimoniais. A ação envolve diligências, buscas e o cumprimento de mandados, conforme apurado pela Polícia Civil.

De acordo com informações da Polícia Civil, repassadas ao G1, parceiro do PrimeiroJornal, o grupo teria origem em outro estado, mas o advogado passou a atuar na Bahia para a prática de golpes patrimoniais. A investigação aponta uma estrutura criminosa dedicada a imóveis e à produção de documentos falsos para manter aparência de legitimidade nas negociações fraudulentas.

A ação desta terça visou cumprir quatro mandados de prisão preventiva expedidos pela Justiça do Paraná. Os agentes prosseguem com a fase inicial da apuração, reunindo elementos para responsabilizar outras pessoas envolvidas, segundo a autoridade policial.

As investigações indicam que o grupo atua de forma estruturada na prática do estelionato, envolvendo imóveis e a produção de documentos falsos para conferir aparência de legalidade às negociações fraudulentas. A apuração não detalha nomes de outros investigados neste momento.

Em uma das ações recentes, o suspeito tentou comercializar de maneira fraudulenta um lote pertencente ao Projeto de Assentamento Açú da Capivara, área administrada pelo INCRA em Camaçari. A operação reforça a atuação do grupo na região, segundo a Polícia Civil.

A Polícia Civil informou que a ação desta terça-feira é apenas a primeira fase da investigação, com novos mandados que devem ser cumpridos para consolidar elementos e responsabilizar demais envolvidos. A divulgação do caso ao G1, parceiro do PrimeiroJornal, reforça o compromisso com o combate a golpes que afetam o patrimônio de terceiros.

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