Bruno Guimarães comenta pênalti desperdiçado que tirou o Brasil da Copa do Mundo 2026, em Brisbane. O volante admite responsabilidade e afirma que cobraria de novo, mil vezes se preciso. Fala sobre Ancelotti, Vinícius Júnior e os próximos duelos: Austrália em Townsville e Índia em Calcutá. Palavras-chave: Bruno Guimarães; pênalti; Copa do Mundo 2026; Noruega; Brisbane; Ancelotti; Vinícius Júnior; Townsville; Calcutá.
Bruno Guimarães rompeu o silêncio, em Brisbane, ao falar pela primeira vez sobre a cobrança que tirou o Brasil da Copa do Mundo de 2026, diante da Noruega nas oitavas de final.
O volante reconheceu o peso da derrota e afirmou que perder pênalti faz parte do futebol, embora nenhum jogador esteja preparado para essa situação. “É uma ferida, uma cicatriz muito recente que ainda me magoa”, disse durante a coletiva.
Ele lembrou que derrotas como essa ajudam no amadurecimento de um atleta, destacando que o episódio deve servir de aprendizado para o novo ciclo do time.
Ao falar sobre Vinícius Júnior, o jogador explicou que a decisão de quem cobraria o pênalti já havia sido definida antes da partida: Carlo Ancelotti havia apontado o cobrador brasileiro caso houvesse cobrança.
“O Vini não era quem tinha que bater o pênalti, foi o que foi delegado”, afirmou, assumindo novamente a responsabilidade pelo erro.
Bruno também comentou a fase do técnico italiano, defendendo a continuidade de Ancelotti no comando da seleção no próximo ciclo, destacando a necessidade de estabilidade após várias mudanças entre 2022 e 2026 para a construção do time.
Aos 28 anos, o meio-campista soma 48 jogos pela seleção e afirmou que agora pode orientar os nove estreantes convocados para o período.
O Brasil volta a campo na próxima sexta-feira, 25, contra a Austrália, em Townsville, às 7h (horário de Brasília). A sequência segue em 29, em Brisbane, com o encerramento da programação no dia 3 de outubro, diante da Índia, em Calcutá.

