Resumo: Bandeira verde volta a vigorar em outubro, sem cobrança adicional. A bandeira amarela, que adicionava R$ 1,88 por 100 kWh, deixa de vigorar. A mudança acompanha o aumento das chuvas e a recuperação de reservatórios, reduzindo o uso de usinas termelétricas. Dados são da Aneel.
Impacto: consumidores não terão acréscimo na conta sob o regime verde até novas alterações climáticas.
Contexto: o sistema de bandeiras foi criado pela Aneel em 2015; o vermelho impõe cobrança adicional conforme o patamar (R$ 4,46 no nível 1 e R$ 7,87 no nível 2) por cada 100 kWh.
Fonte: Aneel.
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou nesta sexta-feira (25) que a bandeira verde voltará a vigorar a partir de outubro, encerrando um ciclo de cinco meses com a bandeira amarela.
A mudança ocorre em função do aumento do volume de chuvas, especialmente nas regiões Sul e Sudeste, que contribuíram para a melhoria das condições dos reservatórios e reduziram o acionamento de usinas termelétricas, mais caras para a geração.
O sistema de bandeiras tarifárias, instituído pela Aneel em 2015, indica os custos adicionais aplicados às contas de energia conforme as condições de geração no país: bandeira verde não gera acréscimo; bandeira amarela adiciona R$ 1,88 por 100 kWh; e a bandeira vermelha acrescenta R$ 4,46 no patamar 1 e R$ 7,87 no patamar 2, também por cada 100 kWh.

