- Dólar encerra em queda de 0,76% a R$ 5,174; Ibovespa avança 1,37% para 186.340,46 pontos.
- Setembro fecha com alta de 5,03% no índice brasileiro; fluxo externo sustenta movimentos.
- Dados de inflação dos EUA vieram abaixo das expectativas, reduzindo apostas de novas altas de juros pelo Fed.
- PCE (núcleo) sobe 0,2% em agosto; índice cheio avança 0,3% no mês, pressionando menos as taxas norte?americanas.
Brasil — em sessão marcada por alívio nos mercados globais, o dólar comercial recuou 0,76% e fechou a R$ 5,174, enquanto a Ibovespa subiu 1,37%, aos 186.340,46 pontos. O pregão encerrou setembro com alta de cerca de 5% e os investidores citaram fatores externos e internos como motores do movimento. O dia também trouxe uma pacificação relativa em relação às incertezas eleitorais, com ações de bancos e setores domésticos liderando as altas e o ambiente externo favorecendo ativos de risco.

Crédito: Agência Brasil

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No exterior, o núcleo do índice de preços de gastos com consumo (PCE), que exclui alimentos e energia, subiu 0,2% em agosto, abaixo das expectativas de 0,3%. O PCE total avançou 0,3% no mês, também menor do que o previsto de 0,4%, o que amenizou as apostas em novas altas de juros pelo Federal Reserve. Com isso, os rendimentos dos títulos do Tesouro americano recuaram e o câmbio ganhou fôlego frente ao dólar.
No Brasil, o real teve desempenho positivo entre as principais moedas latino?americanas, em ambiente de maior demanda por ativos locais. O cenário eleitoral permaneceu no radar dos investidores, mas sem pesquisas que alterassem significativamente as perspectivas para o pregão.
Ibovespa chegou a 187.834,97 pontos na máxima e 183.879,71 pontos na mínima, fechando em 186.340,46 pontos. O mês de setembro registrou alta de 5,03%, e o desempenho no terceiro trimestre ficou em 8,32%. Para 2026, a projeção de valorização do índice já soma aproximadamente 15,65%.
Segundo dados da B3, até 28 de setembro houve entrada líquida de investidores estrangeiros de R$ 9,569 bilhões no mercado de ações brasileiro, contribuindo para o saldo positivo do ano, perto de R$ 29 bilhões.
Petróleo Brent fechou em US$ 98,03 por barril, +1,94%, enquanto o WTI subiu para US$ 90,42, -1,16%?
Com os resultados, a combinação de dados de inflação externos mais favoráveis e o fluxo externo positivo ajudou a sustentar o sentimento de risco no Brasil, mesmo diante de elementos de incerteza política locais.
Resumo: Petróleo fecha em alta em Londres e Nova York, impulsionado por tensões no Oriente Médio e pelo Estreito de Hormuz. Brent para dezembro chega a US$ 98,03/barril na ICE; WTI para novembro atinge US$ 90,42/barril na Nymex. Exportações de diesel e uma extensão de proibição pela Rússia são acompanhadas, enquanto incidente no Estreito de Hormuz é investigado. Dados de estoques dos EUA também influenciam o movimento. Reuters
Palavras-chave: petróleo Brent, petróleo WTI, Estreito de Hormuz, exportação de diesel, Reuters
Contexto: Movimentos ocorrem em meio a tensões geopolíticas e recuperação de rotas alternativas para o fluxo de petróleo.
Fonte: Reuters
Mercado de petróleo fecha em alta em sessão marcada por tensões no Oriente Médio e pelo Estreito de Hormuz Os contratos futuros encerraram a sessão de quarta-feira em alta, com o Brent para dezembro negociado em Londres pela ICE subindo 1,94% para US$ 98,03 por barril e o WTI para novembro avançando 1,16% para US$ 90,42 por barril na Nymex, em Nova York.
Desempenho mensal Em setembro, o WTI acumulou alta próxima de 6%, enquanto o Brent registrou ganho de cerca de 7% no mês.
Risco de restrições de diesel e extensão de proibição energética O mercado acompanha a possibilidade de novas restrições às exportações de diesel pelos EUA e a extensão, pela Rússia, da proibição de exportação do combustível até o fim de outubro.
Incidente no Estreito de Hormuz No Oriente Médio, o Centro de Operações de Comércio Marítimo do Reino Unido informou que um navio-tanque foi atingido por um projétil de origem desconhecida no Estreito de Hormuz; o episódio está sob investigação.
Rotas de fornecimento e recuperação de exportações Apesar das tensões geopolíticas, as exportações de petróleo da região do Oriente Médio mostram recuperação, com grandes produtores ampliando o fornecimento por rotas alternativas ao Estreito de Hormuz.
Estoques nos EUA Nos Estados Unidos, dados do Departamento de Energia indicaram elevação inesperada dos estoques de petróleo na última semana, enquanto os estoques de gasolina registraram forte queda.
Informações atribuídas à Reuters

