Banco Genial se pronuncia em nota sobre ex-executivo alvo de investigações

Escrito por: Diógenes Cunha

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Resumo: Gaeco do MP-SP deflagra a terceira fase da Operação Carbono Oculto, envolvendo Humberto Arthur Tupinambá Neto, ex-executivo do Banco Genial.

Banco Genial afirma que Neto não integra a diretoria e não é sócio desde maio; investigações envolvem o Fundo Radford, Berna e Branson Holdings, com informações repassadas ao GAeCO-SP e COAF.

Após a deflagração, a Genial reforçou governança, instaurou inspeção interna e renunciou à administração do Fundo Radford, mantendo cooperação com autoridades.

Palavras-chave: Carbono Oculto, Humberto Tupinambá Neto, Banco Genial, Gaeco, MP-SP, Fundo Radford, COAF.

São Paulo, SP – O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público de São Paulo (MP-SP) deflagrou, nesta quinta-feira, a terceira fase da Operação Carbono Oculto, que apura atos ligados a Humberto Arthur Tupinambá Neto, ex-executivo do Banco Genial.

Em nota publicada pela instituição financeira, o banco esclarece que Humberto Neto não compõe a diretoria nem é sócio desde maio, quando ocorreu a sua destituição.

CONFIRA A NOTA COMPLETA: Conforme informações repassadas pelo próprio Genial ao GAeCO-SP, todas as informações relativas às operações envolvendo o Fundo Radford, bem como aquelas associadas às empresas Berna e Branson Holdings, foram fornecidas pela Genial aos investigadores. As comunicações ao COAF também foram realizadas nos termos da legislação aplicável.

No âmbito dessas apurações, a Genial afirma ter agido dentro das competências institucionais, observando procedimentos, normas e regulações vigentes, com base nas informações disponíveis à época.

Com o avanço do conhecimento sobre os fatos, a instituição adotou medidas de governança adicionais, incluindo a instauração de uma Inspetoria interna, a revisão da governança das operações de crédito, o afastamento do diretor dos processos decisórios e sua destituição. A Genial também contou com apoio de especialistas externos para aprimorar seus controles.

Após a deflagração da operação, a Genial renunciou à administração do Fundo Radford e manteve-se à disposição das autoridades, fornecendo informações e documentos solicitados.

A instituição reforça que continua disponível para colaborar com as investigações e prestar esclarecimentos adicionais que se fizerem necessários, reafirmando o compromisso com a transparência e o cumprimento das normas regulatórias.

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