Resumo — CSMPF mantém Paulo Gonet no cargo de Procurador-Geral da República em casos ligados ao Banco Master no STF (5 a 0). Cinco subprocuradores votaram contra o afastamento. Em relação à atuação da PGR, houve empate de 3 a 3 sobre a abertura de investigação, conforme o G1.
O Conselho Superior do Ministério Público Federal (CSMPF) decidiu, nesta sexta-feira (25), pela manutenção de Paulo Gonet no cargo de Procurador-Geral da República, rejeitando o afastamento dele dos processos atrelados ao Banco Master que tramitam no Supremo Tribunal Federal (STF), com uma votação majoritária de 5 a 0. A decisão consolida o papel de Gonet na condução dessas ações e evita alterações na linha de frente da PGR nessas investigações.
O resultado preserva a atuação de Gonet nos referidos casos, de acordo com a leitura do colegiado. Os cinco subprocuradores-gerais citados — Francisco Sanseverino, Celso de Albuquerque Silva, Janice Agostinho Barreto Ascari, Samantha Chantal Dobrowolski e Alexandre Camanho — votaram contrariamente ao afastamento, sinalizando uma divisão interna entre os membros da alta cúpula da PGR sobre o tema.
No campo jurídico, em relação à análise de uma notícia de fato que contesta a atuação da PGR na condução das ações envolvendo a instituição financeira no STF, o colegiado registrou um empate de 3 a 3 quanto à abertura de um procedimento investigatório. As informações foram confirmadas pelo G1, que acompanhou o desfecho e trouxe os detalhes da votação.
A decisão deixa claro que as ações envolvendo o Banco Master permanecem sob avaliação no STF, com possibilidades de desdobramentos futuros conforme novas informações surgirem, conforme apurado pelo G1.

