Resumo: Russell Moore afirma que a cura divina persiste nos dias atuais, distinguindo entre cura comum e cura extraordinária. A reflexão reforça Tiago 5 — ungir com óleo e orar — para que as igrejas retomem a prática bíblica. A cura vem da mão de Deus, não do homem, com a esperança de cura plena nesta vida ou na eternidade. Palavras-chave: cura divina; milagres; Tiago 5; ungir com óleo; oração.
Moore, teólogo e líder religioso, afirma que muitos cristãos confundem cura comum com cura extraordinária, lembrando que, segundo a Bíblia, toda cura é, de fato, extraordinária.
Ele reforça Tiago 5 e diz que, quando alguém está doente, os presbíteros devem ser chamados para ungir com óleo e orar pela cura, prática que as igrejas devem retomar.
Moore critica a ideia de que a cura estaria nas mãos do homem, destacando que a verdadeira fonte é a mão de Deus.
Embora alguns cristãos recebam dons específicos para orar pela cura, a autoridade para pedir cura é dada a todos os fiéis, e as orações podem levar à cura ou ao consolo, com a cura definitiva prometida na ressurreição.
Em situações graves, como câncer terminal, Moore afirma que a oração pode resultar em cura física ou na ressurreição; para o cristão, a morte é apenas um intervalo para alcançar a cura eterna.
Conclui que o dom da cura permanece ativo na igreja hoje, convidando os fiéis a confiar no poder de Deus, a orar e a cuidar uns dos outros com fé e esperança. Foto: ©iStock/Getty Images Plus/fizkes (Com informações de Redação – Christianity)

