Resumo: Caiado (PSD) e Zema (Novo) criticam o cancelamento do debate presidencial da TV Globo, apontando dano à democracia. Eles citam decisões da Justiça (STF/TSE) e a ausência de debates para o eleitor; Caiado usa o termo “ditadura da toga” e Zema aponta vergonha nacional. Ambos reiteram a importância do confronto de ideias e a continuidade de suas candidaturas.
O cancelamento do debate presidencial da TV Globo, previsto para a noite desta quinta-feira (1º), gerou reação de dois candidatos: Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo). Em entrevistas e em vídeos publicados nas redes sociais, eles criticaram a decisão da Justiça e cobraram esclarecimentos sobre o que ocorreu.
Para Ronaldo Caiado, o cancelamento representa um “atentado à democracia brasileira”. Em entrevista, ele também criticou Lula, o STF e o TSE, afirmando que “destruíram o processo eleitoral no país” e que o público não teve oportunidade de acompanhar debates. O ex-governador de Goiás utilizou o termo “ditadura da toga” para classificar as decisões da Justiça.
“As pessoas precisam acreditar no voto, porque hoje estão quase 60 milhões de brasileiros desesperançosos, porque não enxergam no voto a capacidade de poder mudar o rumo do país”, disse Caiado.
Na mesma linha, Romeu Zema criticou o cancelamento do debate da TV Globo, defendendo que a ausência de um confronto de ideias representa uma perda para o país e para a democracia. “Quem está perdendo é o Brasil, é a nossa democracia”, afirmou ao comentar a decisão.
O ex-governador de Minas Gerais citou reportagens da imprensa internacional sobre a atuação do STF, criticou o ministro Flávio Dino e disse acreditar que sua atuação tende a favorecer Lula, que o indicou ao tribunal. “Com certeza, Dino está querendo beneficiar o Lula, mas no dia 4, o brasileiro dará a resposta”, completou Zema, assegurando que não desistirá de sua candidatura.

