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Desemprego fica em 5,2% no 3º trimestre, menor desde 2012

Desemprego fica em 5,2% no 3º trimestre, menor desde 2012
Desemprego fica em 5,2% no 3º trimestre, menor desde 2012

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Resumo Jornalístico: PNAD Contínua do IBGE aponta queda da desocupação para 5,2% no 3º trimestre, menor nível desde 2012. Desemprego em 5,6 milhões, recuo de 4% frente ao 2º trimestre e -6,9% anual. População ocupada atinge 103,6 milhões, recorde histórico, com taxa de ocupação de 59%. Informalidade em 37,5% e rendimento real estável em R$ 3.790, com alta anual de 3,6% e massa de rendimentos de R$ 387,5 bilhões.

Dados da PNAD Contínua, do IBGE, divulgados nesta sexta-feira (30), mostram que a taxa de desocupação no Brasil ficou em 5,2% no terçeiro trimestre, o menor nível já registrado para esse período desde 2012. Os números reforçam a tendência de melhora do mercado de trabalho, após leituras anteriores que indicavam variações entre trimestres e entre anos.

Imagem Agência Brasil 1

Crédito: Agência Brasil
Imagem Agência Brasil 2

Crédito: Agência Brasil

População desocupada, isto é, o contingente de pessoas sem ocupação, somou 5,6 milhões — uma queda de 4% em relação aos 5,9 milhões registrados no trimestre de abril a junho e (-) 6,9% ante o mesmo período do ano anterior (quando somavam 6,0 milhões).

População ocupada atingiu 103,6 milhões de indivíduos, o maior patamar da série histórica. O incremento foi de 0,6% frente ao trimestre anterior (mais 581 mil) e de 1,2% no ano (mais 1,2 milhão).

O nível de ocupação — a parcela de ocupados na população em idade de trabalhar — chegou a 59%, também recorde. Houve variação de 0,2 ponto percentual em relação ao trimestre anterior (58,8%) e estabilidade em relação ao mesmo trimestre do ano anterior (58,7%).

Informalidade manteve-se em 37,5% da população ocupada, correspondendo a 38,8 milhões de trabalhadores informais. O indicador ficou quase estável ante o trimestre anterior (37,4%) e também frente ao mesmo período do ano (37,8%).

Rendimento real habitual de todos os trabalhos ficou em R$ 3.790, estável no trimestre, e registrou alta de 3,6% no ano (mais R$ 131). A massa de rendimento real habitual somou R$ 387,5 bilhões, a maior da série, com alta de 1,5% no trimestre (mais R$ 5,6 bilhões) e 4,7% no ano (mais R$ 17,5 bilhões).

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