Sanções contra a Rússia são suspensas por Donald Trump

Escrito por: Diógenes Cunha

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Resumo

  • Trump suspende sanções e tarifas previstas na Lindsey O. Graham de Sanções à Rússia e ao Irã contra a Rússia e renegando a pressão econômica associada à invasão da Ucrânia em 2022.
  • A suspensão fica em vigor até nova decisão do presidente ou de seus assessores, sob justificativa de interesses nacionais.
  • Reação de Zelensky afirmou que a medida incentiva Putin e reforça a necessidade de continuar a luta para encerrar a guerra.
  • Países como China e Índia expressaram preocupação com impactos diplomáticos e econômicos, em meio a eleições de meio de mandato nos EUA.

Palavras-chave: sanções Rússia, Trump, Ucrânia, Lindsey Graham, petróleo, Zelensky

Estados Unidos — Donald Trump anunciou a suspensão de sanções e tarifas previstas na Lindsey O. Graham de Sanções à Rússia e ao Irã, lei que ele assinou em setembro. A medida, associada a pressões pela invasão da Rússia à Ucrânia em 2022, mantém as sanções em suspenso até que Trump ou seus assessores decidam o contrário, sob o argumento de atender ao interesse nacional.

Zelensky reagiu à decisão dizendo que ela encoraja o presidente Vladimir Putin e representa alívio para o agressor. O líder ucraniano ressaltou a necessidade de continuar a luta para encerrar a guerra e não dar a Putin motivos para prolongá-la.

Poucos dias antes das eleições de meio de mandato nos Estados Unidos, a suspensão das tarifas pode impactar os preços do petróleo, em um cenário já pressionado por conflitos internacionais. A lei previa tarifas de até 100% sobre produtos importados da Rússia e de países que comprassem petróleo ou gás russo após a promulgação.

A Lei Lindsey O. Graham permitia que o presidente concedesse isenções mediante comunicação ao Congresso, quando necessário para o interesse nacional. A assinatura da lei ocorreu em setembro. Países como China e Índia, grandes compradores de petróleo russo, expressaram preocupações sobre as sanções, com a China se opondo à jurisdição internacional e a Índia alertando para possíveis impactos nas relações bilaterais.

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