Justiça concede liberdade provisória em flagrante por arma; MG ignora mandado por tráfico e solta condenado
Resumo: Operação integrada resulta na prisão de João Lucas da Silva Batista, “Jhow”, em Igarapé, MG.
Local e data: Teixeira de Freitas (BA); prisão ocorreu na terça-feira, 27 de outubro.
Condição: condenado por tráfico de drogas, foragido; arma de fogo apreendida e nova autuação em flagrante.
Situação atual: liberdade provisória concedida; possível conflito com mandado de prisão anterior.
Fonte: Liberdade News, parceiro do PrimeiroJornal.
Crédito: Liberdade News
Teixeira de Freitas, Bahia — Uma operação integrada entre as Polícias Civis da Bahia e de Minas Gerais, com apoio da Polícia Militar mineira, resultou na prisão de João Lucas da Silva Batista, 26 anos, conhecido como “Jhow”, na terça-feira, 27 de outubro, no município de Igarapé, em Minas Gerais. O suspeito possuía condenação definitiva por tráfico de drogas e era foragido.
Durante a operação, os policiais localizaram uma arma de fogo, o que resultou em uma nova autuação em flagrante.
Após a prisão, João Lucas foi acompanhado pelos advogados Ramon Soares Guedes e Lucas Barbosa de Oliveira, do escritório Guedes e Barbosa Advocacia. Segundo informações repassadas ao Liberdade News, eles acompanharam o cliente na delegacia, onde ele foi autuado em flagrante por posse ilegal de arma de fogo de uso restrito.
No dia seguinte, durante a audiência de custódia, os advogados sustentaram que não havia requisitos legais para manter a prisão cautelar no que se refere ao novo flagrante. A Justiça acolheu o pedido e concedeu liberdade provisória sem fiança, determinando a expedição de alvará de soltura apenas para o procedimento envolvendo a arma de fogo.
A decisão, no entanto, não implica a revogação do mandado de prisão expedido anteriormente. A hipótese levantada é de que o sistema prisional de Minas Gerais tenha considerado apenas a decisão de liberdade provisória referente ao flagrante, sem observar o mandado vigente. Segundo informações repassadas pelo Liberdade News, parceiro do PrimeiroJornal, autoridades mineiras avaliam o andamento do caso.
Resumo: Soltura de João Lucas da Silva Batista, conhecido como “Jhow”, em Minas Gerais, relacionada a arma de fogo, resultou na classificação do réu como foragido; buscas seguem para cumprir a ordem judicial pendente, envolvendo a Polícia Civil da Bahia e forças de segurança de dois estados.
Recentemente em Minas Gerais, João Lucas da Silva Batista, o “Jhow”, condenado em processo relacionado ao porte de arma de fogo, foi posto em liberdade provisória. A soltura o tornou foragido pela Justiça, com buscas em curso pelas autoridades mineiras para cumprir a ordem penal pendente. O caso ganha contorno ao emergir de um trabalho de inteligência da Polícia Civil da Bahia, com a participação de forças de segurança de dois estados, conforme apurado pelo LiberdadeNews.
Detalhes do caso – A prisão anterior decorreu de trabalho de inteligência da Polícia Civil da Bahia, com a participação de forças de segurança de dois estados. A atuação dos advogados Ramon Soares Guedes e Lucas Barbosa de Oliveira ocorreu no exercício regular do direito de defesa, com pedido de liberdade provisória no procedimento relacionado à arma de fogo. A eventual falha na conferência do mandado de prisão anterior é uma questão que caberá esclarecer às autoridades competentes.
Foragido novamente – Com a soltura, João Lucas da Silva Batista, o “Jhow”, voltou a ser considerado foragido pela Justiça, conforme informações obtidas pelo LiberdadeNews. As forças de segurança de Minas Gerais continuam as buscas para localizar o condenado e cumprir a ordem judicial pendente.
Acompanhamento – O LiberdadeNews continua acompanhando o caso e os possíveis desdobramentos da soltura, bem como as providências adotadas pelas autoridades para o cumprimento da decisão condenatória.
Fonte – LiberdadeNews





