A proteção contra pulgas e carrapatos em pets exige cuidados ao longo de todo o ano, principalmente em ambientes domésticos. A orientação vem de um veterinário consultado pelo Vida e Estilo, que reforça que a prevenção constante é mais eficaz do que combater a infestação apenas quando já está instalada.
A escolha do antiparasitário deve ser individualizada conforme espécie, peso, idade e estilo de vida do animal. Além da medicação, o controle efetivo envolve a limpeza frequente dos locais onde o animal dorme e circula.
O tutor deve entender que a higiene da casa é fundamental para interromper o ciclo das pulgas: a medicação do animal precisa ser aliada à aspiração regular de sofás, carpets e cantos onde o pet passa tempo.
João Paulo explica que, dependendo do princípio ativo, os antiparasitários podem atuar de forma sistêmica ou diretamente na pele e nos pelos. A oferta atual no mercado inclui comprimidos orais, soluções de aplicação na pele e coleiras específicas, devendo respeitar a bula e o intervalo de aplicação indicado pelo fabricante.
O aumento do calor e da umidade na primavera favorece o surgimento de pulgas, e suas picadas intensificam feridas e aumentam o risco de infecção.

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Ainda segundo as informações, a proteção se aplica tanto a pets que vivem em casa quanto àqueles que frequentam parques, áreas rurais e locais com circulação de animais, reforçando a necessidade de avaliar a rotina do animal e o seu ambiente de convívio.
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Para quem busca mais informações, o Vida e Estilo mantém canal de WhatsApp para leitores interessados em orientações adicionais sobre cuidados com pets e antiparasitários.
As opções de antiparasitários devem ser escolhidas com base na avaliação individual do animal, sempre seguindo as orientações de bula. Conforme o especialista consultado, a combinação entre medicação apropriada e higiene ambiental é essencial para manter pets livres de parasitas ao longo de todas as estações.
Fontes: Vida e Estilo, com entrevista e orientação do veterinário João Paulo Lacerda.
Resumo: Especialistas em medicina veterinária vinculados ao Centro Universitário de João Pessoa (Unipê) orientam sobre carrapatos em animais de estimação, enfatizando prevenção, remoção adequada com pinça e cuidados com cães e gatos. A?orientação destaca que a doença do carrapato tem grandes chances de cura quando diagnosticada e tratada precocemente; receitas caseiras e substâncias como álcool ou óleos não devem ser usadas.
Especialistas vinculados ao Centro Universitário de João Pessoa (Unipê) divulgaram orientações sobre carrapatos em animais de estimação, enfatizando medidas de prevenção e procedimentos seguros para remoção quando o parasita é identificado.
A orientação registra que antiparasitários destinados a cães não devem ser aplicados em gatos, pois representam grave de morte devido às diferenças metabólicas entre as espécies, em especial pelo risco de intoxicação.
Quando identificado, o carrapato deve ser removido o quanto antes, preferencialmente com uma pinça adequada, fazendo a retirada cuidadosa e evitando esmagá-lo. Não é recomendado colocar álcool, óleo, querosene ou outras substâncias sobre o parasita, encerra o professor de medicina veterinária do Centro Universitário de João Pessoa (Unipê).
Caso a doença do carrapato seja diagnosticada e tratada de forma precoce, tem grandes chances de cura, segundo o especialista citado.

