Resumo – A Aston Martin não descarta a possibilidade de usar motores Red Bull Ford na Fórmula 1, mas o CEO Mike Krack reforça o compromisso de longo prazo com a Honda. Em Austin, Krack evitou negar formalmente conversas com a Red Bull, enfatizando a parceria existente com a Honda. O fim de semana registrou problemas de potência na unidade japonesa, que marcou a 500ª corrida da Honda, enquanto rumores indicam a Red Bull Ford como possível opção futura.
A Aston Martin não negou oficialmente a possibilidade de incorporar motores da Red Bull Ford, embora Krack tenha destacado que o vínculo com a Honda permanece estável e de longo prazo. Questionado sobre eventuais negociações com a Red Bull, o dirigente preferiu não fazer uma afirmação categórica, mantendo o tom de continuidade com o parceiro atual.

Crédito: XPB Images.
No lado da Honda, o fim de semana em Austin foi marcado por novos problemas na unidade de potência, o que levou Lance Stroll a largar dos boxes após substituição da motor. A fabricante japonesa comemorou ainda a 500ª corrida neste fim de semana, em meio aos desafios que vem enfrentando nesta temporada.
A imprensa britânica tem especulado que a Honda pode abandonar o projeto na F1 no futuro, cenário que colocaria a Aston Martin na necessidade de buscar um novo fornecedor. Nesse contexto, a Red Bull Ford aparece entre as opções citadas pelos veículos do paddock.
Já a Red Bull Ford, segundo Laurent Mekies, não tem planos imediatos de fornecer motores a uma terceira equipe. Embora tenha reconhecido que houve interesse de outras equipes, a fabricante afirma que não está pronta para ampliar a operação neste momento.
“Recebemos uma quantidade muito grande e inesperadamente positiva de publicidade sobre o desempenho do nosso motor. Isso certamente despertou o interesse de muitas equipes”, disse Mekies. Ao ser questionado sobre negociações concretas, ele completou: “Não. Não sentimos que estamos prontos para isso.” A prioridade, reiterou, é continuar desenvolvendo a própria unidade de potência.
