Resumo: F1 anuncia retorno à África com Ruanda como destino para a próxima década; estreia prevista no circuito de Bugesera por volta de 2030, data ainda sem definição. Destaque para apoio de Lewis Hamilton e para a visão de desenvolvimento econômico e social no continente.
Ruanda será o destino de um novo GP de Fórmula 1 na África, em acordo com duração de dez anos, cuja estreia está prevista para o circuito de Bugesera por volta de 2030, embora ainda sem data definida.
Lewis Hamilton, heptacampeão da categoria, há anos defende a realização de uma etapa no continente africano, afirmando que a África é o continente mais importante e belo da modalidade.
Mohammed Ben Sulayem, presidente da FIA, classificou a decisão como um momento histórico para o automobilismo. Segundo ele, a entidade atuará em parceria com a Fórmula 1 para assegurar que o novo circuito atenda aos padrões internacionais exigidos pela categoria.
Stefano Domenicali, CEO da Fórmula 1, celebrou a confirmação, ressaltando que a entrada de Ruanda no calendário permitirá à categoria competir em todos os continentes habitados e que o retorno à África foi concebido dentro de uma visão de longo prazo.
“Isso é muito mais do que sediar um GP”, afirmou Domenicali, citando benefícios potenciais para a economia local, turismo, investimentos e capacitação profissional, além do fortalecimento de empresas locais. Ele ainda destacou que a África já reúne mais de 100 milhões de fãs da F1, um público cuja presença continua crescendo.

Crédito: Divulgação / Formula 1

