Resumo: Keu, Cleidson Gonçalves Nepomuceno, líder do Comando Vermelho (CV), morre após confronto com forças de segurança em Barra de São Miguel, Alagoas, nesta quinta-feira (15). A operação investiga imóveis associados à lavagem de dinheiro do tráfico de drogas e armas, sob coordenação da Ficco, com atuação da Bahia e de Alagoas, e participação das polícias Civil e Militar. Palavras-chave: Keu, Comando Vermelho, Barra de São Miguel, Alagoas, Ficco, lavagem de dinheiro, tráfico.
Barra de São Miguel, Alagoas – Cleidson Gonçalves Nepomuceno, conhecido como Keu, foi identificado como líder do Comando Vermelho (CV) e morreu após confronto com forças de segurança na cidade nesta quinta-feira (15).
Imóvel de alto padrão – A polícia local localizou uma mansão em construção com piscinas, hidromassagem, estruturas em mármore e salão de jogos, apontada como possivelmente financiada com recursos oriundos da lavagem de dinheiro ligada ao tráfico de drogas e armas, de acordo com as investigações.
Outra residência e itens de luxo – Em outra residência associada ao suspeito, os agentes encontraram um carro avaliado em cerca de R$ 200 mil, bebidas alcoólicas e uma churrasqueira, entre outros itens de luxo. Keu era apresentado pelas forças de segurança como empresário na região.
Operação – A atuação foi realizada pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (Ficco) da Bahia, com participação da Ficco de Alagoas, e contou com o envolvimento das polícias Civil e Militar dos dois estados. O suspeito, que possuía mandado de prisão em aberto, teria atirado contra os agentes durante a tentativa de captura e ficou ferido.
No histórico da prática – Na Bahia, Keu era apontado como chefe de uma facção com atuação nos bairros da Liberdade, IAPI e Santa Mônica, em Salvador. A organização é investigada por envolvimento com tráfico de drogas e armas, homicídios, lavagem de dinheiro, roubos e corrupção de menores.
Investigações em andamento – As equipes seguem realizando buscas em imóveis ligados ao suspeito para localizar outros materiais ilícitos e identificar possíveis integrantes do grupo. Informações que contribuam com as investigações podem ser repassadas ao Disque Denúncia da SSP-BA (181), com garantia de anonimato.

