Resumo: Fim de semana de mobilização política na Bahia com atos em Salvador. No sábado, Flávio Bolsonaro (PL) reuniu apoiadores na Barra, com a presença de João Roma, Diego Castro e Sandro Filho; ACM Neto e Bruno Reis anunciaram apoio ao segundo turno. No domingo, artistas baianos, liderados por Daniela Mercury, promoveram ato em defesa da democracia sem Lula, refletindo o embate entre esquerda e direita. Palavras-chave: Bahia, Salvador, Flávio Bolsonaro, Lula, Barra.
Salvador, Bahia — No sábado, a Barra foi palco de um ato em apoio a Flávio Bolsonaro (PL), com a participação de João Roma, Diego Castro e Sandro Filho. O evento contou com o anúncio de apoio de ACM Neto e Bruno Reis ao segundo turno. Também houve a entrega do título de Cidadão Soteropolitano a Flávio Bolsonaro, proposto por Cezar Leite, em meio a entraves jurídicos. A presença de Sandro Filho, inicialmente ausente do espaço VIP, foi corrigida durante o protocolo.
Domingo de defesa da democracia — Sem a presença de Lula ou figuras do PT, artistas baianos organizaram um ato em defesa da democracia. Daniela Mercury liderou a mobilização, com participação de Gilberto Gil, Russo Passapusso, Rachel Reis e Liniker. O texto critica o formato, insinuando um possível “showmício” disfarçado de voluntariado, ao mesmo tempo em que aponta a continuidade da mobilização da esquerda no circuito cultural local. O encontro na Barra ilustrou a capacidade de organização da esquerda quando o contexto aperta. No próximo dia 25, será possível medir se Lula ampliou o percentual em Salvador ou se Flávio Bolsonaro capitalizou apenas a visibilidade nas redes.
Perspectivas para a disputa — Segundo o texto, Salvador e a Bahia são descritos como ambientes onde a esquerda trabalha para manter a dianteira eleitoral, enquanto a oposição busca ampliar seu espaço político. No entanto, as dinâmicas de apoio de figuras da direita ao esforço da oposição indicam uma tentativa de ampliar o espaço na região. No dia 25, a avaliação será se Lula conseguiu ampliar seus percentuais em Salvador ou se a imagem de apoio de Flávio Bolsonaro repercutiu de forma mais efetiva do que apenas nas redes sociais.

