Resumo: Em Salvador, o Palácio Thomé de Souza teve expediente suspenso nesta segunda-feira (26) após protestos na Praça Municipal contra o prefeito Bruno Reis (União Brasil). Manifestantes tentaram invadir o prédio e houve vandalismo, com portas fechadas por segurança. A mobilização foi liderada por entidades estudantis da Bahia (DCE/Ufba) com pedido de impeachment; o abaixo-assinado já ultrapassa 250 mil assinaturas.
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Palácio Thomé de Souza, em Salvador, teve o expediente suspenso na tarde desta segunda-feira (26) após protestos na Praça Municipal contra o prefeito Bruno Reis (União Brasil). Manifestantes tentaram invadir o prédio e ocorreram atos de vandalismo, com as portas do edifício fechadas por questões de segurança.
A mobilização foi convocada por entidades estudantis da Bahia, entre elas o DCE da Ufba, que defende o impeachment do prefeito. O ato ocorreu após os problemas registrados no transporte público durante o segundo turno das eleições presidenciais, no domingo (25).
Um abaixo-assinado que pede a abertura de um processo de impeachment contra Bruno Reis ultrapassou 250 mil assinaturas em cerca de 24 horas. No domingo, a Justiça Eleitoral determinou a prisão em flagrante do secretário municipal de Mobilidade Urbana, Pablo Souza, em França; a ordem foi revogada posteriormente pelo presidente do TRE-BA, Maurício Kertzman.
A situação reforça o clima de mobilização política na cidade, com as autoridades acompanhando os desdobramentos legais e as cobranças feitas pela atuação de entidades estudantis e pela população. A prefeitura confirmou a suspensão do expediente no Palácio, enquanto os desdobramentos institucionais seguem em tramitação.

