- Rui Costa afirma que o segundo turno da eleição presidencial será uma nova disputa e defende uma estratégia nacional para a campanha de Lula.
- Jaques Wagner, ele agradece aos eleitores e destaca o peso da Bahia na votação.
- primeiro turno, Lula ficou atrás de Bolsonaro com 45,15% contra 47,03%, conforme apuração de 99,98% das urnas.
Palavras-chave: Rui Costa, Bahia, Lula, Bolsonaro, segundo turno, eleição presidencial
Bahia – O ex-governador Rui Costa (PT), senador eleito pela Bahia e ex-ministro da Casa Civil do governo Lula, afirmou neste domingo (4) que o segundo turno da eleição presidencial será uma nova disputa e defendeu a construção de uma estratégia nacional para a campanha do petista.
Em nome de Jaques Wagner (PT), também eleito senador pela Bahia, que não concedeu entrevistas, Rui Costa agradeceu aos eleitores após o resultado do primeiro turno e ressaltou o peso da Bahia na votação presidencial.
“A independência do Brasil se consolidou na Bahia, e a Bahia participará de forma muito decisiva nesta eleição, não só o seu povo, o nosso estado, mas todas as nossas lideranças. Nós nos colocaremos à disposição do presidente Lula não só para atuar e militar dentro da Bahia, mas se for necessário, militar em outros estados”
Rui Costa afirmou que o cenário do segundo turno será diferente do primeiro, com a agenda centrada entre Lula e Flávio Bolsonaro (PL). “Segundo turno sempre é uma outra eleição. São dois a dois, mano a mano, facilita inclusive os debates, porque ao invés de ter 5, 6, 7, 8 candidatos, temos dois blocos de ideias”, destacou.
O ex-governador também mencionou que ainda não havia conversado com Lula após o resultado do primeiro turno, mas afirmou que pretende falar com o presidente ainda neste domingo para discutir os próximos passos da campanha.
“Ainda não falamos com o presidente, mas ainda vamos falar essa noite, nos colocar à disposição dele para a partir de amanhã montarmos uma estratégia nacional”, completou.
O Lula terminou o primeiro turno atrás de Flávio Bolsonaro na disputa presidencial. Com 99,98% das urnas apuradas, o petista tinha 45,15% dos votos, ante 47,03% do candidato do PL.

