GP de São Paulo da F1 movimentou R$ 2,3 bilhões em 2025 e reforça peso econômico de Interlagos
RESUMO: Levantamento da Prefeitura de São Paulo, com base na FGV, aponta que o GP de Fórmula 1 em Interlagos (2025) movimentou cerca de R$ 2,3 bilhões, gerou R$ 324,4 milhões em tributos e mobilizou 23,7 mil profissionais; o público superou 303 mil e o evento retorna entre 6 e 8/11/2026.
O GP de Fórmula 1 em Interlagos, realizado em 2025, não é apenas a disputa na pista: o estudo da prefeitura, embasado na metodologia da Fundação Getulio Vargas (FGV), aponta impactos econômicos que vão além do circuito.
Impacto que começa antes da corrida — a preparação envolve montagem de estruturas temporárias, contratação de fornecedores, serviços de manutenção e atendimento ao público, movimentando diversos setores da cidade.
Impactos econômicos diretos — gastos relacionados à realização da prova e ao consumo de visitantes resultam em aproximadamente R$ 1,4 bilhão, enquanto os efeitos indiretos somam cerca de R$ 894,2 milhões.
A arrecadação tributária está estimada em R$ 324,4 milhões, com a mobilização de cerca de 23,7 mil profissionais envolvidos no evento.
O público total nos três dias foi de mais de 303 mil pessoas, com parcela significativa de visitantes vindos de fora da cidade, ampliando o alcance econômico da etapa.
Além da corrida, o efeito econômico se espalha por hotéis, restaurantes, transportes, comércio e serviços especializados, impulsionando também equipes, patrocinadores e a imprensa vinculada à Fórmula 1.
A edição seguinte está programada para ocorrer entre 6 e 8 de novembro de 2026, mantendo a presença da Fórmula 1 no calendário brasileiro.
RESUMO: Estudo sobre 2025 aponta arrecadação tributária de aproximadamente R$ 324,4 milhões ligada ao GP de São Paulo, além de mobilizar 23,7 mil profissionais; a edição de 2026 está marcada para 6 a 8 de novembro no Autódromo José Carlos Pace, com movimentação estimada de R$ 2,3 bilhões.
GP de São Paulo: arrecadação e mão de obra O levantamento que analisa o ano de 2025 aponta uma arrecadação tributária em torno de R$ 324,4 milhões associada à atividade econômica gerada pelo evento. Ainda que esse dado seja relevante, tributos, impacto econômico e despesas públicas são indicadores distintos, e o retorno financeiro depende de investimentos, custos e da metodologia empregada para estimar os tributos.
O contingente de trabalho Além disso, o estudo registra a mobilização de cerca de 23,7 mil profissionais em diversas atividades relacionadas à organização e funcionamento da corrida. Esse número não se confunde com empregos permanentes; boa parte das oportunidades envolve serviços temporários e demanda concentrada no período da prova.
Importância para a cidade O impacto econômico ajuda a entender por que o GP de São Paulo ocupa posição relevante na estratégia de eventos da capital, já que a Fórmula 1 oferece exposição internacional, atrai visitantes e gera benefício para setores que se beneficiam da concentração de público no fim de semana da corrida.
Edição 2026 A próxima edição está prevista para ocorrer entre 6 e 8 de novembro de 2026, no mesmo Autódromo José Carlos Pace. Embora os resultados econômicos de 2026 só possam ser medidos após o evento, os números de 2025 servem como referência para entender a dimensão do GP na cidade.
Movimentação econômica O estudo aponta uma movimentação estimada em R$ 2,3 bilhões, ressaltando que a importância de Interlagos vai além da tradição esportiva, configurando uma operação econômica de grande porte que mobiliza recursos, serviços e profissionais de diversos setores.






