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Russell teme acidente grave caso chuva retorne no GP de Interlagos

Russell teme acidente grave caso chuva retorne no GP de Interlagos
Russell teme acidente grave caso chuva retorne no GP de Interlagos

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RESUMO: George Russell alerta que o GP do Brasil não deveria ocorrer se chover com as mesmas condições do Q1, citando risco de aquaplanagem e acidente grave; Hadjar concorda que chuva muda cenário. Q1 foi interrompido por aquaplanagem e retomado 84 minutos depois; pneus de chuva extrema foram usados pela primeira vez sob o regulamento de 2026; previsão aponta chuva em Interlagos no domingo.

O GP do Brasil, em Interlagos, recebeu um alerta de segurança de George Russell, piloto da Mercedes: se a chuva retornar nas mesmas condições vividas no Q1, a corrida não deveria acontecer sob esse quadro, dada a visibilidade reduzida e a aquaplanagem que podem provocar um acidente grave. Também mencionou a necessidade de cautela, conforme apurado pelo PrimeiroJornal.

Segundo Russell e Hadjar, uma prova com os carros muito próximos — cenário diferente da sessão de classificação sob condições extremas — exigiria ainda mais atenção caso o tempo permaneça instável neste fim de semana em Interlagos.

A sessão de Q1 foi interrompida por bandeira vermelha poucos minutos após o início, após relatos de aquaplanagem severa. A atividade foi retomada às 16h26, 84 minutos depois da primeira bandeira verde.

A grande quantidade de água acumulada na pista impediu o uso de pneus intermediários quando a sessão recomeçou. Foi a primeira vez que pneus para chuva extrema foram utilizados em condições de pista tão molhada sob o regulamento vigente em 2026.

Russell descreveu a visibilidade como praticamente zero na reta em direção à curva 4, relatando patinagem das rodas e aquaplanagem mesmo em quinta marcha, a mais de 200 km/h.

F1: Russell teme acidente grave se chuva de sábado voltar no GP em Interlagos
Foto: Victor Berto / F1MANIA.NET

“Eu adoro pilotar na chuva aqui, mas em uma corrida, as chances de um acidente grave seriam muito altas nessas condições”, afirmou o britânico.

Apesar do alerta, ele viu a chuva como potencial oportunidade para a performance na corrida: “Se estiver molhado, pode aumentar minhas chances”, complementou.

Hadjar, que larga em quinto, também criticou as condições: esperava mais aderência dos pneus para chuva extrema e disse que, normalmente, esse tipo de pneu ajuda a lidar com a aquaplanagem; hoje não funcionou assim, segundo o piloto da Racing Bulls, que acrescentou que o cenário precisa melhorar para o próximo ano para evitar corridas nessa linha.

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