Conheça Marília Palhares Machado, nova presidente do Iepha-MG

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Foi publicada no Diário Oficial Eletrônico Minas Gerais deste sábado (14/5) a troca de presidência do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha). O governador Romeu Zema (Novo) exonerou Felipe Cardoso Vale Pires e nomeou para o cargo Marília Palhares Machado, integrante do Conselho de Arquitetura e Urbanismo de Minas Gerais (CAU/MG) na gestão de 2018 a 2020.
Marília é natural de Belo Horizonte e se formou na Escola de Arquitetura da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) em 1975. Ela tem especialização em gestão estratégica pela Faculdade de Ciências Econômicas da UFMG (FACE-UFMG) e trabalhou com habitação de interesse social do sistema de cooperativas do extinto Banco Nacional da Habitação (BNH).
Na área do patrimônio cultural, Marília trabalhou em Ouro Preto, onde coordenou a aprovação do 1º Plano Diretor no Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan-MG). Também se responsabilizou pela Divisão Técnica no processo de Diamantina Patrimônio Cultural da Humanidade.

No Iepha-MG, Marília Palhares Machado exerceu a função de superintendente e Diretora de Promoção, destacando o Prêmio Nacional Rodrigo Melo Franco para o trabalho do ICMS Patrimônio Cultural.

Marília também desempenhou papéis na Secretaria Municipal de Desenvolvimento Rural (SEDRU/MG), com projetos no vetor norte de BH. No CREA/MG, foi conselheira, diretora e superintendente.

A arquitetura e urbanista ainda foi conselheira de patrimônio cultural no Conselho Municipal de Habitação de BH e nos Conselhos de BH, Ouro Preto e Contagem, além de acumular experiência em docência e gestão de projetos culturais.

Exoneração

A exoneração de Felipe Cardoso do cargo de presidente do Iepha foi assinada 15 dias depois de o Conselho Estadual de Política Ambiental (Copam) aprovar o projeto de mineração na Serra do Curral da Taquaril Mineradora S.A. (Tamisa).
Em março, Felipe enviou um ofício ao Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) revelando que o projeto não havia tramitado pelo Iepha. “Não passou por análise do órgão, quanto à avaliação de impacto ao patrimônio cultural, e não possui manifestação/anuência expedida por este órgão estadual de proteção???, declarou no documento.

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