Ministério Público não encontra privilégios em prisão de Anderson Torres

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Vistoria foi realizada como procedimento padrão na última segunda-feira pelo fato de o ex-ministro já ter ocupado cargos públicos, além de ser delegado federal

Isac Nóbrega/PR

Anderson Torres

Ex-ministro da Justiça do governo Bolsonaro, Anderson Torres foi preso no último sábado, 14

O núcleo de custódia da Polícia Militar, vinculado ao Ministério Público do Distrito Federal, esteve na última segunda-feira, 16, no Batalhão de Aviação Operacional da PM, para vistoriar o local onde o ex-ministro da Justiça do governo Bolsonaro e ex-secretário de Segurança Pública do DF Anderson Torres está detido. A visita buscou encontrar quaisquer tipos de privilégios concedidos a ele na instalação, procedimento de segurança realizado com presos que possuem prerrogativas de funções. Além dos dois cargos Executivos, Torres também era delegado federal desde 2003. O resultado da vistoria foi um relatório que informou não haver nenhum privilégio para Torres no lugar. O ex-ministro está preso no espaço da PM desde que voltou para o Brasil, no último sábado, 14. Ele aguarda a definição pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, da data para prestar depoimento à Justiça.

*Com informações da repórter Berenice Leite

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