Em 2022, 809 mulheres foram atendidas em projeto no Metrô de SP contra a violência

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Em 2023, já foram 130 ocorrências na campanha chamada de ‘Sinal Vermelho Contra a Violência Doméstica’, que fornece atendimento às vítimas

BRA01. RÍO DE JANEIRO (BRASIL), 27/05/2016.- Una mujer participa en una manifestación contra la violación de una adolescente por más de 30 hombres, hoy, viernes 27 de mayo de 2016, frente a la Asamblea Legislativa de Río de Janeiro (Brasil). La violación de una adolescente por más de 30 hombres en una favela de Río de Janeiro ha consternado a Brasil y ha provocado una cadena de condenas en las redes sociales, entre ellas la de Dilma Rousseff, la presidenta suspendida temporalmente del cargo, y del propio Gobierno interino. EFE/Antonio Lacerda

EFE/Antonio Lacerda

Mulher participa de manifestação contra violência sexual em frente à Assembleia Legislativa

O Governo do Estado de São Paulo informou que foram 809 casos de acolhimento de mulheres vítimas de violência ou assédio nas estações do Metrô no ano de 2022 na capital paulista. Em 2023, já foram 130 ocorrências. Os dados são das 62 estações das linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 15-Prata, que participam deste projeto de acolhimento. As ações de proteção às mulheres começaram em novembro de 2022 e a campanha é chamada de “Sinal Vermelho Contra a Violência Doméstica”. As vítimas precisam apenas mostrar um “X” vermelho desenhado na palma da mão a um dos funcionários das estações para fazerem uma denúncia. Em relação aos trens da CPTM, no ano de 2022 até o começo de 2023, foram 85 casos de acolhimento no projeto conhecido como “Espaço Acolher”, que funciona em 30 salas de cinco linhas: 7-Rubi, 10-Turquesa, 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade. No Brasil, uma mulher é violentada a cada 4 horas e quase 60% dos casos estão concentrados em São Paulo e no Rio de Janeiro.

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