Confrontos na mesquita de Al-Aqsa. Palestinianos lançam foguetes de Gaza

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A polícia israelense anunciou nesta quarta-feira (4) que entrou na mesquita de Al-Aqsa, em Jerusalém Oriental, para “expulsar agitadores” que entraram no local com “fogos de artifício, paus e pedras”. O movimento de resistência islâmica palestino Hamas, que está no poder na Faixa de Gaza, condenou o “crime sem precedentes” e pediu aos palestinos da Cisjordânia que “defendam a mesquita em massa”. O mesmo apelo foi feito pelo movimento da Jihad Islâmica.

De acordo com um comunicado da polícia israelense, “vários jovens e agitadores levaram para o interior da mesquita [Al-Aqsa] fogos de artifício, paus e pedras”, barricando-se no local e gritando “slogans para incitar ao ódio e à violência”. As forças policiais israelenses tiveram que intervir para “expulsar os agitadores” e fizeram algumas detenções, embora sem adiantar um número.

A polícia israelense publicou vídeos mostrando explosões aparentemente causadas por fogos de artifício no interior da mesquita e agentes antimotim avançando sob escudos de proteção contra disparos. A Esplanada das Mesquitas é o terceiro lugar santo do Islã em Jerusalém Oriental, setor palestino da cidade sagrada ocupada e anexada por Israel. A Esplanada foi construída sobre o que os judeus chamam de Monte do Templo, o lugar mais sagrado do judaísmo.

Os confrontos têm se intensificado desde o início deste ano e ocorreram durante o mês de jejum ritual muçulmano do Ramadã, enquanto os judeus se preparam para celebrar a Páscoa Judaica, uma das festas mais importantes do calendário judaico a partir de quarta-feira à noite. A liderança palestina condenou o ataque e advertiu que a situação “excede todas as linhas vermelhas e conduzirá a uma grande explosão”.

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