Além do Whatsapp, conheça alternativas ao Telegram

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RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) – O Telegram no Brasil saiu do ar nesta quarta-feira (26) por determinação da Justiça. A medida atende a um pedido da PF em investigações envolvendo ataques a escolas. Ao tentar enviar ou receber mensagens, usuários não conseguem fazer a conexão.

Foi imposta também multa diária de R$ 1 milhão caso o aplicativo não cumpra ordem anterior de fornecer dados às autoridades encarregadas das investigações.
Confira alternativas ao Telegram além do Whatsapp:

SIGNAL

O Signal é considerado entre especialistas o mais protetivo à privacidade. Sem possibilidade de captura de tela e com forte critptografia, o mensageiro é muito utilizado por ativistas e jornalistas pela possibilidade de exclusão de conteúdo sem vestígios.

TWITTER

A rede social de textos curtos tem a conversa pública no DNA, mas é possível enviar mensagens diretas e privadas a usuários inscritos.

LINKEDIN

Assim como o Twitter, o LinkedIn não foi criado especialmente para a conversa rápida. Trata-se de uma rede para contatos e publicações profissionais, mas é possível enviar mensagens a amigos e a adesão no Brasil é alta, portanto há chance de encontrar conhecidos com facilidade na rede.

DISCORD

O Discord é uma plataforma para as atividades em grupo, como partidas de videogame e discussões sobre diferentes tópicos. É possível criar salas de reuniões e fazer videochamadas. O ponto negativo é que ele ainda não é tão popular no Brasil, então é mais difícil encontrar contatos próximos.

HANGOUTS

O bate-papo do Gmail, do Google, caiu em desuso nos últimos anos com a possibilidade de fazer videochamadas pelo Meets, também do Google. No entanto, como o email é o mais usado por brasileiros, é possível que sua mensagem apite no celular de algum conhecido.

TIK TOK

A rede de vídeos curtos permite a troca de mensagens com amigos, embora os espaços sejam mais dedicados a comentários e interações públicas. Muito popular entre jovens no Brasil, a plataforma não é considerada de fácil uso por nascidos antes da geração Z.

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