Brasil cria 157 mil empregos formais em junho e fecha 1º semestre com 1 milhão de novas vagas com carteira assinada

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Durante junho, foram criados 157.198 novos postos de trabalho no mercado formal brasileiro, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado nesta quinta-feira, 27. No mês, foram registradas 1.914.130 admissões e 1.756.932 desligamentos. Em relação a junho de 2022, houve queda de 44,8% na criação de empregos, quando foram geradas 285.009 vagas. Contudo, houve crescimento de 1,3% em relação a maio de 2023. No primeiro semestre do ano, o país gerou de 1.023.540 empregos formais. O resultado é o pior desempenho para o período desde 2020. A criação de empregos formais no primeiro semestre caiu 26,3% em comparação ao mesmo período de 2022. Já no acumulado dos últimos 12 meses, o cadastro registrou saldo positivo de 1.651.953 empregos. A quantidade total de vínculos celetistas ativos chegou a 43.467.965, o que representa um crescimento de 0,36% em relação ao estoque do mês anterior.

Os cinco grandes grupos de atividades econômicas registraram saldos positivos em junho, com destaque para o setor de serviço que acumulou 76.420 novos postos. Já agropecuária foi responsável pela criação de 27.159 novas oportunidades, enquanto construção acumulou 20.953 empregos. Foram contratadas 20.554 pessoas com carteira assinada no comércio e 12.117 na indústria. Sudeste foi a região com mais oportunidades, gerando 76.081 postos, o que representa um crescimento de 0,34%. Contudo, outras regiões tiveram percentual de crescimento mais expressivo no número de vagas. O Norte aumentou em 0,67% a quantidades de oportunidades, com 14.105 postos. O Centro-Oeste cresceu 0,57%, com 21.547 vagas. Já o Nordeste teve alta de 0,48% com 33.624 postos. O Sul teve o desempenho menos expressivo com alta de 0,12% e 9.587 postos. O salário médio para novas contratações foi de R$ 2.015,04, ganho real de R$ 12,47 quando comparado ao mês anterior. A remuneração aumentou 1,9% em relação a junho de 2022.

 

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