Presidente eleito do TRT-BA comemora recebimento da Comenda 2 de Julho: “Muita alegria”

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O desembargador Jéferson Alves Silva Muricy, eleito no começo do mês como presidente do Tribunal Regional do Trabalho da Bahia (TRT-BA) para o biênio 2023-2025, recebeu nesta sexta-feira (22), a Comenda 2 de Julho, honraria máxima da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA). 

 

Na homenagem proposta pelo deputado estadual Bobô (PCdoB) , foi destacada a atuação profissional do magistrado que é natural de Senhor do Bonfim e integra o TRT-BA desde 2005, quando assumiu o cargo de desembargador pela vaga do quinto constitucional destinada ao Ministério Público do Trabalho (MPT).

 

Segundo Muricy, receber a medalha é um motivo de ” muita alegria e emoção. Ele ressaltou o trabalho realizado em prol da Bahia na Justiça. 

 

“É um motivo de muita emoção e de gratidão à Assembleia Legislativa, aos deputados e toda sociedade baiana. Muita alegria porque é o coroamento de uma carreira sempre de muita dedicação muito trabalho de muita correção e de muito respeito e amor ao povo da Bahia. São muitos sentimentos”, disse. 

 

O desembargador falou também dos desafios que deve enfrentar a frente do tribunal, a exemplo da transferência de sede do TRT para o Complexo Dois de Julho. 

 

“Os desafios são imensos e eu espero estar a altura para enfrenta-los. Temos algumas tarefas preeminentes, a maior delas é transferir a nossa sede para o Complexo Dois de Julho, concluir a obra de adequação daquele complexo e transferir a Justiça do Trabalho integralmente é o nosso primeiro grande desafio”, contou. 

 

“Depois, assim como as administrações que me antecederam, humanizar cada vez mais as relações internas dentro do tribunal, dinamizar as relações mais fraternas, acolhedoras e demais pertencimento e sermos um ambiente que se queira e se goste de trabalhar e por fim melhorar cada vez mais a prestação jurisdicional porque a prestação ao cidadão é o nosso maior objetivo e sempre o nosso mais urgente desafio”, indicou. 

 

Jéferson comentou ainda sobre o que pretende fazer para atuar na questão dos magistrados diante das operações policiais. 

 

“O tribunal com seus juízes e juízas e desembargadores e desembargadoras, deram uma resposta necessária para que essas práticas não permanecessem e não ganhassem força na nossa Justiça. Foi pela ação, pelo testemunho, pela atuação destemida dos nossos desembargadores e desembargadoras que aquilo foi desbarato. E o CNJ foi muito firme ao punir aqueles que mereciam a punição e que estavam envolvidos com condutas com as quais o servidor público e o juiz não pode jamais se envolver”, observou. 

 

“Precisamos virar essa página  e mostrar para a sociedade que o tribunal da Bahia é feito de homens e mulheres honestas, corretas, dedicadas que acreditam no trabalho respeitoso”, completou o desembargador. 

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